A ALEGRIA INVADIU MINHA ALMA

A ALEGRIA INVADIU MINHA ALMA
Big Meu Lindo.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

PALGOVA - DOCE INDIANO

PALGOVA - docê típico indiano (muito semelhante ao nosso docê de leite aqui no Brasil)

Ingredientes:
1 litro de leite
2 sementes de cardamomo (semente de aroma intenso, da família do gengibre)
250 g açúcar
125 g de manteiga ghee (óleo purificado da menteiga)

Modo de preparo:
Ferver o leite até que ele se reduza à metade da quantidade.
Adicionar açúcar mexendo constantemente.
Quando a mistura estiver grossa, adicionar a manteiga ghee em pequenas quantidades.
Adicionar as sementes de cardamomo amassadas.
Espalhar em travessa untada e deixar esfriar.
Cortar em quadrados.

Ajuda humanitária





Fé é semear e crer, que irá florescer. É sorrir, com a certeza, da felicidade que está por vir. O Pastor zahid Masih, faz um lindo trabalho e precisa de ajuda para construir escolas, qualquer valor será bem-vindo. Banco do Brasil Agencia 3199-2 Conta Poupança - 51 Orem pela crianças órfãs do Paquistão elas perdem direito a escola o Pr Zahid tem 4 escolas ...
*
Faith is believing and seeding, which will flourish.? You smile, sure,? of happiness to come. 

Pastor Masih zahid, does a beautiful job and needs help to build schools, any amount will be welcome. 


Bank of Brazil 3199-2 Agency Savings Account - 51 


Pray for orphans pakistan they lose the right to school Pr Zahid has 4 schools ...



https://www.facebook.com/pastorzahid.masih

RIO VERDE

RIO VERDE, MAR, CACHOEIRAS, MONTANHAS, LAGOS, LAGOAS, ANIMAIS ... 
bom dia ...
quem preserva o Meio Ambiente preserva a vida ...

MR. RAHUL GANDHI

Declaração do vice-presidente do Congresso Rahul Gandhi: Estou extremamente triste ao saber do incidente alegado estupro em Amethi. O assunto está sob investigação. Estamos intimamente a acompanhar a situação e a seguir com a administração do distrito para garantir que todos os fatos vêm à luz e justiça é infligida rapidamente.

É profundamente perturbador que todos os dias que ouvimos falar de terríveis incidentes onde as mulheres são alvo de violência extrema.

Se é o brutal estupro e assassinato de duas meninas em Budaun ou o recente estupro de uma menina menor em Jhalawar em Rajasthan, o suposto estupro ontem em Amethi, ou outros incidentes relatados de diferentes partes do país. Isso é inaceitável.

Nós deve tomar todas as medidas necessárias para melhorar a lei e a ordem para garantir a segurança e a segurança para as mulheres. Mas mudar mentalidades é um grande desafio e que temos de abordar com urgência. Pode haver nenhum desenvolvimento, não há prosperidade e nenhum progresso se tal barbárie é permitida para continuar.
Congress Vice-President Rahul Gandhi's statement:

I am extremely saddened to learn of an alleged rape incident in Amethi. The matter is under investigation. We are closely monitoring the situation and following up with the district adminis... Ver mais

Uso eficiente de água e energia

por Rita Comini, do Sebrae
Pedro Roberto Jacobi*, coordenador do Programa de Pós Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM/IEE/USP), aponta iniciativas de eficiência energética e uso consciente de água nos pequenos negócios
Pedro Roderto USP Uso eficiente de água e energia
Pedro Roberto Jacobi, coordenador do Programa de Pós Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM/IEE/USP).
De acordo com o relatório Gestão da Água sob Risco e Incerteza, publicado pela ONU em 2012, “a água é um recurso natural crítico, do qual dependem todas as atividades econômicas e ecossistemas. Sua gestão requer arranjos de governança apropriados que permitam tirar a discussão das margens do governo e levá-la para o centro da sociedade”.
Segundo o Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos, publicado pela ANA (Agência Nacional da Água) em 2013, entre 2006 e 2010, houve aumento de cerca de 29% da retirada total de água no País. O uso para irrigação foi o que mais cresceu: quase triplicou em algumas regiões, tornando esse tecnologia a principal responsável pelo uso da água no País, representando 72% do total consumido.
No entanto, os números mostram um aumento crescente no consumo da água, ocasionado pelo aumento da população, melhora de vida e maior consumo. As limitações na capacidade de gestão do sistema hídrico brasileiro pode ser constatada com a crise de abastecimento que castiga o maior centro econômico do País, a Região Metropolitana de São Paulo, comprometendo o fornecimento, as hidrovias e até mesmo a geração de energia. Outra questão vital para o desenvolvimento do país.
Sobre esses dois temas cruciais, o professor Pedro Roberto Jacobi, coordenador do Doutorado do Programa de Pós Graduação em Ciência Ambiental da USP, faz um alerta nesta entrevista ao Centro Sebrae de Sustentabilidade para que tenhamos um outro olhar e passemos a adotar a corresponsabilidade no consumo.
Que avaliação o senhor faz do uso da água no Brasil, tanto por parte dos cidadãos, como pelas empresas, especialmente pelo fato do país ter uma grande disponibilidade desse bem?
Essa disponibilidade de água tem que ser relativizada, tem lugares com muita água como a Amazônica e outros não. Vemos o problema de São Paulo, por exemplo, que vive um momento crítico de abastecimento. O consumo de água em grandes quantidades está muito ligado à irrigação. O setor industrial avançou muito com relação ao reuso, que é um componente importante, mas que exige investimentos.
Quanto ao cidadão comum, é preciso ter consciência de que é possível consumir menos água. E é preciso abordar essa questão não só nos momentos de crise, mas trabalhar a corresponsabilidade do consumo de água. Por exemplo, a troca de bacias sanitárias por modelos mais econômicos é uma medida importante, mas as pessoas pensam em curtíssimo prazo e acreditam que é dispendioso instalar esses equipamentos. Aqui em São Paulo, nos prédios novos, essas bacias são instaladas, mas nos antigos é preciso fazer a substituição e nem sempre é fácil convencer os condôminos.
O único elemento de controle é a conta de água que deve ser tornar coercitiva. A pessoa paga, mas isso não quer dizer que ela vai ter mais e mais água para consumir.
Os medidores individuais também são importantes, mas sua implantação tem um custo. Nos novos imóveis em São Paulo, são obrigatórios, mas nos antigos fica mais difícil.
Sobre o consumo eficiente de água nos pequenos negócios, há uma diversidade enorme de segmentos, e não é possível uniformizar. Mas, o reuso e o aproveitamento da água de chuva são duas coisas importantes. No setor de alimentação, por exemplo, uma alternativa é concentrar a lavagem dos vasilhames e conversar com os funcionários para que adotem práticas mais econômicas. Todos esses são mecanismos que não podem ser pensados apenas nos momentos de crise.
E importante que uma instituição como o Sebrae trabalhe essa questão não de maneira curativa, mas sim de modo preventivo. Não se pode tratar o consumidor de água, cidadão ou empresas, como uma vítima, ele tem suas responsabilidades.
Que práticas podem ser adotadas pelos pequenos negócios para que façam uso racional da água?
Conservar com os funcionários e chamar a atenção para o uso racional da água é uma dessas práticas e não implica em nenhum tipo de investimento. Basta querer adotar uma nova postura. Para mim, o reuso da água é o ponto crucial, quando se pensa em uso eficiente de água.
Outro ponto-chave no desempenho das empresas é o consumo eficiente de energia elétrica. Como equacionar esse que é um dos pontos cruciais no desempenho e na competitividade das empresas?
Uma coisa importante é que as empresas de todos os tamanhos e segmentos façam a aquisição de lâmpadas mais econômicas. Em lugares quentes como Cuiabá, onde o uso de refrigeradores de ambiente é fundamental em algumas épocas do ano, optar por aparelhos mais econômicos também é uma boa medida. O termômetro de tudo isso é a conta de luz e a redução está ligada a duas equipamentos e consumo. O uso de iluminação natural é outra opção para reduzir o consumo de energia elétrica.
As empresas devem avaliar o quanto a energia elétrica pesa no seu orçamento e a partir daí, pensar até em investimentos em outras fontes de energia alternativas como solar e eólica. Esse é um processo bastante lento, mas que está evoluindo. Já tem havido leilões de energia eólica.
As grandes empresas adotam programas de eficiência energética com maior frequência. Como os pequenos negócios podem fazer o mesmo, sem que tenham que fazer grandes investimentos?
Tanto para água, quanto para a energia elétrica, é uma questão cultural. Muitas vezes se coloca a questão econômica antes de fazer um levantamento real dos resultados que o uso eficiente desses dois insumos.
O Sebrae tem o papel de difundir práticas sustentáveis de água e energia, de estimular a informação e possibilitar que a corresponsabilidade se torne algo mais comum. Trazer o máximo do repertório para que esses empresários possam perceber o quanto o uso eficiente de água e energia podem ser positivos para seus negócios.
Publicações do Sebrae sobre o tema:
* Pedro Roberto Jacobi é Cientista Social e Economista pela USP, mestre em Planejamento Urbano pela Harvard University, doutor em Sociologia (USP). Atualmente, coordenador do Doutorado do Programa de Pós Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM/IEE/USP).
(Sebrae) 

O mundo aplaude ambiciosa redução de emissões de CO2 dos Estados Unidos

por Stephen Leahy, da IPS
210 O mundo aplaude ambiciosa redução de emissões de CO2 dos Estados Unidos
A iniciativa dos Estados Unidos de reduzir suas emissões de carbono envia aos setores empresariais e de energia a poderosa mensagem de que o país está se afastando do carvão para adotar a eficiência energética e as energias renováveis, afirmou Samantha Smith, do Fundo Mundial para a Natureza. Foto: Rennet Stowe/CC by 2.0

Uxbridge, Canadá, 5/6/2014 – O mundo aplaude o plano dos Estados Unidos de reduzir até 2030 o dióxido de carbono (CO2) lançado por suas usinas de energia em 30%, com relação às emissões de 2005. A medida, que a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) anunciou no dia 2, é especialmente importante porque a indústria norte-americana é a principal emissora de gases-estufa que provocam o aquecimento do planeta. Além disso, seu setor energético é o responsável número um dessas emissões no território do país, com 40% do total.
O Plano de Energia Limpa apresentado pela EPA assegura que a redução, explicada ao longo de um informe de 645 páginas, equivale à metade das emissões produzidas pela energia utilizada em cada famílias nos Estados Unidos durante um ano. O plano não precisa de aprovação do Congresso, que durante o governo de Barack Obama rejeitou toda iniciativa relacionada à mudança climática.
A EPA deixou os 50 Estados que integram o país com liberdade para decidirem como essas metas serão cumpridas. Entre as opções que os governos locais poderão aplicar estão melhora da eficiência energética, investimento em energias renováveis, impostos sobre o carbono ou a eliminação gradual das usinas de energia movidas a carvão.
Segundo a Administração de Informação sobre Energia dos Estados Unidos, o carvão gerou 39% da energia consumida neste país em 2013, enquanto as energias renováveis, como a hídrica e a solar, representam somente 13%.
O Plano de Energia Limpa é a medida “mais forte já tomada pelo governo dos Estados Unidos na luta contra a mudança climática”, afirmou Connie Hedegaard, comissária da União Europeia (UE) de Ação para o Clima. “É um passo importante para um presidente que está realmente investindo de maneira política na luta contra a mudança climática”, acrescentou.
“Esperamos muito tempo para ver quem seria o primeiro a passar pela porta da ação climática”, afirmou o embaixador das Ilhas Seychelles, Ronald Jumeau, porta-voz da Aliança de Pequenos Estados Insulares (Aosis). A elevação do nível dos mares causada pela mudança climática ameaça a existência de muitas dessas ilhas de baixa altura. “Historicamente, os Estados Unidos são o maior emissor de CO2 no mundo, e por isso é importante que tome a iniciativa”, ressaltou à IPS.
“Já é hora de outros países que são importantes emissores de carbono darem o passo”, como Japão, Canadá, Austrália, China e Índia, acrescentou o porta-voz. “Os pequenos Estados insulares se movem com rapidez para reduzir suas emissões e incentivam a todos que se somem a eles”, apontou. Vários países insulares do Pacífico pretendem gerar 100% de sua eletricidade a partir de energia renovável até 2020. Já em 2013 o pequeno país de Palaos, próximo à Nova Zelândia, se converteu no primeiro a atingir essa meta.
Outros países também reforçaram suas medidas. A China aumentou recentemente sua meta de energia renovável e proibiu a construção de novas centrais energéticas movidas a carvão em muitas áreas urbanas. Em meados de maio, o México elevou seu objetivo de geração mediante energia renovável de 15% para 25% até 2018.
O plano de Washington é parte de uma série de medidas adotadas recentemente por alguns países para reduzir as emissões, disse Samantha Smith, diretora da Iniciativa para o Clima e a Energia do Fundo Mundial para a Natureza (WWF). “Isso é muito animador e deveria inspirar outros a agirem”, destacou à IPS, de Oslo. Ao tomar uma forte postura pública sobre as emissões, os Estados Unidos enviam a poderosa mensagem de que o país está se afastando do carvão para adotar a eficiência energética e as energias renováveis, ressaltou a diretora, acrescentando que “já há mais e melhores empregos na indústria da energia solar norte-americana do que na de carvão”.
Segundo um estudo recente, a eficiência energética por si só vai gerar mais de 600 mil postos de trabalho especializados, reduzir a contaminação do ar, combater a mudança climática e economizar US$ 17 bilhões em energia. Muitos países estarão atentos para ver se a EPA poderá cumprir sua promessa devido ao contencioso terreno político em Washington.
A indústria do carvão e seus defensores no Partido Republicano tentarão bloquear a EPA, mas têm poucas probabilidades de êxito, opinou Alden Meyer, diretor de estratégia e política da União de Cientistas Preocupados, com sede em Washington. A medida da EPA para as usinas de energia é um sinal positivo dos Estados Unidos, mas não é suficientemente ambiciosa para impedir o aquecimento global acima dos dois graus, assegurou à IPS.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, quer que os governantes que participarem em setembro da Cúpula Climática de 2014 em Nova York assumam compromissos novos e maiores com relação à redução das emissões de carbono. “Ban Ki-moon deixou claro que quer compromissos e não discursos. Mas não está claro o que vai acontecer”, ponderou Meyer.
A UE é a região do mundo líder na redução das emissões, mas poderia e deveria fazer muito mais, afirmou Smith, acrescentando que “a UE já alcançou sua meta para 2020, mas não está disposta a ir além, quando poderia fazer mais com as energias renováveis e a eficiência energética”. A diretora do WWF espera que o anúncio dos Estados Unidos estimule a ambição da UE nos meses anteriores à discussão de um novo tratado climático em Paris, no próximo ano.
As metas de redução no curto prazo – até 2020 – são muito importantes do ponto de vista do investimento em energia, já que explicam o rumo que seguem os países ou as regiões, afirmou Smith. Igualmente importante é a realidade científica de que as emissões de carbono devem alcançar seu máximo antes de 2020 para que exista a possibilidade razoável de o aquecimento global permanecer abaixo dos dois graus.
Jumeau pontuou que seus colegas da Aosis têm um otimismo cauteloso. Sentem uma mudança de rumo com relação à preocupação pública sobre o aquecimento do planeta. “Todos sofrem em todo o mundo e cada vez fica pior. O público começa a se dar conta e ver as consequências e apoia as advertências dos cientistas”, enfatizou. Envolverde/IPS
(IPS) 

Greenpeace Brasil

O Brasil saltou de uma taxa de 27 mil km² de desmatamento na Amazônia em 2004 para 5.843 km² em 2013. É possível zerar essa conta! Faça sua parte, assine pelo #DesmatamentoZero e proteja nossas florestas:http://grnpc.org/Ig0SM
The Brazil jumped from a rate of 27,000 km ² of deforestation in the Amazon in 2004 to 5843 km ² in 2013.'s Possible to reset that account! Do your part, sign the # DesmatamentoZero and protect our forests: http://grnpc.org/Ig0SM Photo:. Brazil jumped from a rate of 27,000 km ² of deforestation in the Amazon in 2004 to 5843 km ² in 2013 You can reset this account! Do your part, sign the # DesmatamentoZero and protect our forests: http://grnpc.org/Ig0SM Zero Deforestation

Rolo indiana em voo por desenfreado.

Indian Roller in flight by derestrained. 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

SOU AMBIENTALISTA

Hoje, 04 de junho, Dia Mundial dos Ambientalistas!
Parabéns à amiga Rose Rj!
 — com Rose Rj.

SOU DA PAZ

Mas quando buscamos sinceramente em oração viver em paz com aqueles que amam a paz, Deus é poderoso para reconciliar conosco até mesmo os nossos piores inimigos ou pessoas cujo temperamento seja de difícil trato.

Dia Mundial do Meio Ambiente tem mudança do clima como foco * Dia Mundial do Meio Ambiente tem mudança do clima como foco

The World Environment Day was established by the General Assembly of the United Nations December 15, 1972 at the Stockholm Conference ( Sweden ) , whose central theme was the Human Environment .

The headquarters of the global celebrations of the date this year is the Caribbean island of Barbados, on behalf of the investment projects against climate change . Barbados included the Green Economy of the six concrete goals for its National Strategic Plan (2006-2025) and is committed to increasing its share of renewable energy to 29 % of all energy consumption in the island until 2029. This would cut about 283.5 million dollars of the total cost of electricity and reduce CO2 emissions by 4.5 million tons , according to the government . The tourist industry in Barbados, which contributes more than 15 % of the country's GDP , and its sugar industry , which contributes about 2 % , will be severely affected by climate change .

Climate Change

According to information from the United Nations Environment Programme (UNEP ) , sea levels rose 10-25 cm over the past 100 years due to global warming , and carbon dioxide - the main greenhouse gas causing - responsible for 85 % of the increase in Earth's temperature over the last 10 years.

Partial information . Check out all of the text by accessing the website: http://www.ebc.com.br/

Visit our website : http://www.vivamelhoronline.com.br

O Dia Mundial do Ambiente foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas de 15 de dezembro de 1972 na Conferência de Estocolmo (Suécia), cujo tema central foi o Ambiente Humano.

A sede das celebrações globais da data neste ano será a ilha caribenha de Barbados, por conta do investimento em projetos contra a mudança do clima. Barbados incluiu a Economia Verde dentre os seis objetivos concretos de seu Plano Estratégico Nacional (2006-2025) e se comprometeu a aumentar sua quota de energia renovável para 29% de todo o consumo de energia da ilha até 2029. Isso cortaria cerca de 283.5 milhões de dólares do custo total de eletricidade e reduziria as emissões de CO2 em 4.5 milhões de toneladas, de acordo com o governo. O setor turístico de Barbados, que contribui com mais de 15% do PIB do país, e sua indústria de açúcar, que contribui com aproximadamente 2%, serão severamente afetados pela mudança do clima.

Mudanças Climáticas

Segundo informações do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o nível dos mares aumentou de 10 a 25 cm nos últimos 100 anos devido ao aquecimento global, sendo o dióxido de carbono – principal gás causador do efeito estufa –  responsável por 85% do aumento da temperatura da Terra nos últimos 10 anos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.ebc.com.br/

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Bicicleta que anda sobre a água? Sim, é possível!

por Redação EcoD
141 Bicicleta que anda sobre a água? Sim, é possível!
Projeto busca apoio de US$ 50 mil no site de financiamento coletivo Indiegogo para incentivar o ciclismo aquático. Fotos: Divulgação

E se milhares de pessoas pudessem chegar aos seus destinos pedalando sobre a água, seja para trabalhar, fazer compras ou se locomover até a casa de um amigo? Parece impensável, não é mesmo? Mas é isso o que propõe o norte-americano Judah Schiller, a primeira pessoa a atravessar a Baía de São Francisco, na Califórnia, e o Rio Hudson, em Nova York, com uma bicicleta.
A invenção, ainda em estudo e aprimoramento, é simples, formada por duas balsas amarelas infláveis movidas a pedaladas, que movimentam uma hélice e assim geram a energia mecânica necessária para a locomoção. Encaixá-las à bicicleta leva menos de 10 minutos, enquanto Schiller levou apenas 15 minutos para cruzar o Rio Hudson entre Nova Jersey e Manhattan.
142 Bicicleta que anda sobre a água? Sim, é possível!
Schiller levou apenas 15 minutos para cruzar o Rio Hudson entre Nova Jersey e Manhattan.

Com o trânsito cada vez mais intenso, a falta de ciclovias e acidentes constantes, ao usar a água como eixo de locomoção, por meio de um método sustentável, e ainda cercado com uma vista panorâmica incrível, a ideia torna-se ainda mais atrativa. O projeto busca apoio de US$ 50 mil no site de financiamento coletivo Indiegogo para incentivar o ciclismo aquático, porque segundo Schiller, “o passeio não termina na beira da água”.
Segundo Schiller, este é o próximo passo do ciclismo, até porque se dois terços do planeta são cobertos com água, nada mais lógico do que abrir uma nova fronteira para os ciclistas.
Está duvidando que seja possível pedalar sobre a água? Então assista ao vídeo abaixo:
0 Bicicleta que anda sobre a água? Sim, é possível!









* Publicado originalmente no site EcoD.
(EcoD) 

Índia deve relaxar restrições para varejistas on-line estrangeiras em julho


MUMBAI/NOVA DÉLHI, 8 Jun (Reuters) - A Índia pode permitir que varejistas on-line mundiais, como a Amazon.com, vendam seus próprios produtos já a partir do mês que vem, removendo restrições que limitaram a competição em um dos maiores e mais sensíveis a preços mercados de varejo.
A decisão, que deve ser anunciada em conjunto ao orçamento ou mesmo nele, é um dos primeiros sinais tangíveis de reforma econômica pelo governo favorável aos negócios do primeiro-ministro Narendra Modi, que assumiu o cargo há 10 dias.
A medida pode permitir que o governo contorne a oposição política à abertura do setor de 500 bilhões de dólares da Índia para gigantes globais do varejo, como o Wal-Mart.
Quatro pessoas com conhecimento das discussões dentro do governo disseram à Reuters que as autoridades acreditam que um setor de varejo on-online mais robusto vai incentivar a indústria e o consumo, ajudando a reviver uma economia que tem crescido abaixo de 5 por cento nos últimos dois anos, o período mais longo desde o final da década de 1980.
"A maioria dos interessados apoiam IED (investimento estrangeiro direto)", disse uma autoridade sênior do governo, se referindo ao comércio eletrônico. "Propomos abrí-lo totalmente".
Pesquisas da indústria mostram que o comércio eletrônico pode contribuir com até 4 por cento na economia indiana até 2020, subindo de menos de 1 por cento agora.
A autoridade e outras que falaram à Reuters sobre a medida quiseram o anonimato pois o assunto é confidencial. Quando questionado sobre a decisão, um porta-voz do ministério de Indústria e Comércio da Índia não quis comentar.

(Por Nandita Bose e Rajesh Kumar Singh)

MUMBAI / NEW DELHI , Aug 8 ( Reuters ) - India may allow global online retailers like Amazon.com , to sell their own products as early as next month , removing restrictions that limited competition in one of the largest and more price-sensitive retail markets .
The decision , to be announced in conjunction with the budget or in it, is one of the first tangible signs of economic reform by pro- business Prime Minister Narendra Modi , who took office 10 days ago government.
The measure may allow the government to circumvent the political opposition to the opening of the $ 500 billion industry in India for global retail giants like Wal - Mart .
Four people with knowledge of the discussions within the government told Reuters that authorities believe an online retail sector more robust online will encourage industry and consumption , helping to revive an economy that has grown below 5 percent in the last two years , the longest period since the late 1980s .
" Most stakeholders support FDI ( foreign direct investment) ," said a senior administration official , referring to ecommerce . " We propose to open it fully ."
Industry research shows that e-commerce can contribute up to 4 percent in the Indian economy by 2020 , up from less than 1 percent now .
The authority and others who spoke to Reuters on the measure wanted anonymity because the matter is confidential . When asked about the decision , a spokesman for the Ministry of Commerce and Industry of India declined to comment.
(By Nandita Bose and Rajesh Kumar Singh )

 


Read more : http://extra.globo.com/noticias/celular-e-tecnologia/india-deve-relaxar-restricoes-para-varejistas-on-line-estrangeiras-em-julho-12716375.html#ixzz33ihySSbN

9 comportamentos fundamentais de pessoas que impactam positivamente o mundo

As pessoas que realmente fazem a diferença, ou seja, que impactam o mundo de maneira positiva, têm todas pelo menos uma coisa em comum: elas amam o que fazem, seja lá o que isso for.
Elas não são sempre privilegiadas, ou gênios com capacidades especiais: são simplesmente pessoas que dão o seu melhor sempre, com alegria e determinação. Elas ultrapassam quaisquer obstáculos para transformar o mundo à sua volta.

Confira alguns comportamentos que essas pessoas têm que as ajudam a melhorar o mundo, e que você pode experimentar também:

Dedicam-se ao que lhes dá significado e propósito de vida

Quem acredita e tem um propósito de vida precisa honrá-lo. As pessoas que impactam de forma positiva o mundo sabem qual é o significado de suas vidas e usam o que aprendem como um meio de estar a serviço dos outros. As pessoas com um senso de propósito são determinadas, focadas, comprometidas; nunca são dissuadidas ou distraídas pelo que não acreditam. Esse senso de significado e propósito lhes dá uma força de vontade inesgotável e oferece um guia pelo qual seguir ao longo do caminho.

Se comprometem a se melhorar continuamente

Pessoas que impactam o mundo para melhor sabem que não são perfeitas. Elas entendem que seu conhecimento não é “completo” – há sempre lacunas, preconceitos e limitações a superar.
Sim, existem muitos narcisistas poderosos, mas sua influência não é positiva ou útil a longo prazo – é prejudicial e destrutiva. Inovadores que moldam positivamente o mundo têm uma “mente de principiante”, um coração amoroso e compassivo e uma mente aberta para aprender e experimentar coisas novas e ser uma pessoa melhor.

Têm relacionamentos abertos e mutuamente benéficos

Aqueles com enorme influência positiva entendem o poder dos relacionamentos, das conexões e de se envolver com o mundo abertamente. Eles não têm medo de compartilhar seus conhecimentos e talentos, oferecendo seus pontos de vista e opiniões autênticas e muitas vezes contrárias. Eles aprendem a se relacionar bem com os outros e construir contatos de apoio mútuo que catapultam ambas as partes a um nível superior. Eles sabem que as relações positivas, favoráveis e autênticas são os blocos de construção fundamentais para tudo e qualquer coisa que querem atingir.

Investem tempo e energia não no que são, mas no que podem ser

Pessoas que têm um impacto positivo no mundo não se contentam ou se conformam. Quando veem algo que os perturba, se esforçam para saber mais, chegar à raiz do problema, entender os fatores que contribuem para ele, a fim de criar novas soluções. Elas observam lacunas e erros de pensamento e comportamento, e não têm medo de empurrar os limites do que é aceito. Elas querem promover a mudança, porque acreditam que vai trazer uma melhor maneira de viver.

Abraçam a crítica

Os mais poderosos influenciadores positivos do mundo não precisam nem querem estar certos – eles querem crescer e ser mais eficazes. Para que isso ocorra, eles aceitam e abraçam críticas, bem como desafios. Eles não têm medo de expor seu trabalho a opiniões, são fortes e confiantes em face da oposição, e sabem como integrar um feedback construtivo para fortalecer suas ideias.

Compartilham o que sabem

Todos nós já conhecemos autores ou especialistas que guardam seu conhecimento como se fosse um segredo. Eles têm medo de que alguém roube ou ganhe dinheiro com suas ideias. Este é o oposto da mentalidade do influenciador positivo. Aqueles que fazem uma verdadeira diferença positiva não deixam de compartilhar e ensinar o que aprenderam. Eles não veem os seus conhecimentos como apenas uma mercadoria para vender, mas sim como informação que tem de ser partilhada para o aperfeiçoamento do mundo. Eles acreditam que suas inovações são de uso e valor para os outros. Eles vivem o princípio universal “quanto mais você dá, mais você recebe”.

Não pisam em ninguém para subir na vida

Existem muitos “líderes” e empreendedores que chegaram onde estão pisando sobre as cabeças e costas de inúmeras pessoas no caminho. Estes não são verdadeiros líderes ou influenciadores, pois seu poder é uma farsa – foi obtido de forma antiética, e por isso é raso e fraco, e não pode ser sustentado a longo prazo. Por outro lado, as pessoas que impactam positivamente o mundo não só obtém resultados surpreendentes com seu trabalho, como seu processo de obtenção destes resultados também é inspirador e edificante. Elas adoram ajudar e apoiar os outros, e tem um excesso de energia positiva que enriquece as vidas de todos com quem trabalham e se conectam. Esses influenciadores positivos querem ver os outros crescerem também, por isso, levam junto quem puderem quando estão subindo na vida. Eles sabem que abordagens antiéticas, humilhantes ou destrutivas vão contra o próprio significado e propósito com os quais estão comprometidos.

Se importam com o caminho, não com a chegada

Influenciadores positivos não tomam atalhos ou aceitam dinheiro rápido ou resposta fácil. Eles não veem um objetivo ou resultado arbitrário como um destino, porque acreditam na jornada, não em um fim. O que importa é o que constroem ao longo do caminho, e não uma linha de chegada. Eles aceitam falhas mais facilmente do que outros e são mais fluidos e flexíveis, já que sua meta final não é defender um título, uma renda, uma reputação, mas sim descobrir novas formas de ajudar e compartilhar o que sabem.

Usam seu poder e influência de uma boa forma

Infelizmente, é comum testemunharmos no mundo dos negócios hoje o poder e a influência sendo empunhados como uma arma. Influenciadores positivos, ao contrário, usam seu poder sabiamente. Eles entendem a ampla influência que têm, e são cuidadosos e criteriosos com suas palavras, ações e comportamentos. Eles operam com o coração e se preocupam profundamente com a sua liderança e processo de comunicação. Eles entendem seu status como uma honra especial e responsabilidade que não deve ser mal utilizada. 

Fruta feia

por Nizan Guanaes*
238 300x183 Fruta feiaMudança é o curso natural da vida. O que garante a sobrevivência não é a força, mas a capacidade de adaptação. O rádio não morreu com a televisão porque o rádio mudou. O jornal não vai morrer com a internet porque o jornal está mudando.
A IBM e a Apple mostraram como mudar é liderar. Por isso, novos titãs como Google e Facebook investem bilhões para adquirir ou para criar a próxima grande coisa.
A complacência é grande exterminadora de empresas. O processo de transformação deve ser contínuo e contante.
Muitas vezes é o medo de ficar obsoleto que promove mudanças. O medo deve ser um grande aliado na gestão pessoal e profissional. Mas ele deve ser usado como o cafezinho. Tome pela manhã para acordar, mas use com moderação durante o dia, senão ele não deixa você dormir à noite. E, se você não dorme, não sonha.
Sou empresário e criativo numa área que nos últimos anos virou sinônimo de mudança, a comunicação. Os publicitários nunca tiveram tantas opções – são novos formatos, novas plataformas, novos dados.
A comunicação hoje é multiplataforma, mas ela não deve estar em todas as plataformas. É preciso fazer escolhas. Saber o que não fazer é tão importante quanto saber o que fazer. E o mais importante será sempre a boa ideia e a boa entrega, em qualquer plataforma, em qualquer área.
É preciso encontrar a terceira métrica, a terceira medida: a felicidade. E ela se sustenta em quatro pilares: bem-estar, sabedoria, encantamento e benemerência. Fruta Feia se sustenta nesses quatro pilares. E sua atividade?
Como um caso sensacional em Portugal que vi no “New York Times” no último fim de semana. Um grupo de empreendedores voluntários lançou há alguns meses uma cooperativa chamada Fruta Feia. Um nome lindo e sonoro para uma ideia inteligente e moderna.
Eles basicamente criaram um mercado para frutas e verduras consideradas feias demais pelos padrões rigorosos da União Europeia, mas que podem ser perfeitamente consumidas. São produtos que, apesar da aparência, mantêm os seus valores nutricionais e o seu sabor.
Fruta Feia é um grande sucesso. Como escreveu o “New York Times”, ela “subverteu noções rígidas sobre o que é bonito, , ou pelo menos, sobre o que é comestível”.
Não é pouca coisa para uma cooperativa que começou a comercializar frutas e verduras no fim do ano passado. Isabel Soares, a portuguesa que criou a Fruta Feia, começou sua operação em novembro depois de ganhar um prêmio de inovação da Fundação Calouste Gulbenkian. Hoje já tem uma lista de espera com mais de mil pessoas.
Um de seus clientes, entrevistado pelo jornal americano, disse que compra os produtos da Fruta Feia não só pela economia, mas, mais do que isso, pela possibilidade de contribuir para reduzir o desperdício de alimentos.
Estima-se que a União Europeia desperdice cerca de 89 milhões de toneladas por ano de comida por causa de suas rígidas regras de comercialização de produtos e outros ralos. Em Portugal, cerca de 30% da fruta produzida era desperdiçada por não atenderem às exigências de cor e formato do comércio tradicional.
A ideia de Soares é brilhante, e sua marca, também. Fruta Feia virou fruta bonita. E ganhou o mundo com propaganda gratuita via reportagem do jornal mais influente do planeta. Isso é comunicação no século 21. Isso é entender as mudanças em sua volta – crise econômica europeia, combate aos desperdícios, valorização do natural – e criar um conceito, um produto, uma marca que possam levar essas mudanças ao próximo patamar.
Este é o caminho. Quem ficar obcecado pelas novas tecnologias vai perder o principal. E o principal é a alma, o software definitivo.
Como minha querida amiga Arianna Huffington colocou em seu mais recente livro, o sucesso não é mais o acúmulo de dinheiro e poder. Isso não é sustentável. É preciso encontrar a terceira métrica, a terceira medida: a felicidade. E ela se sustenta em quatro pilares: bem-estar, sabedoria, encantamento e benemerência.
Fruta Feia se sustenta nesses quatro pilares. E sua atividade?
* Nizan Guanaes é publicitário e presidente do Grupo ABC, escreve às terças, a cada 15 dias, no jornal Folha de S. Paulo.
** Publicado originalmente no site EcoD.
(EcoD) 

Copa vai começar com 100% das emissões de gases de efeito estufa compensados

por Akemi Nitahara, da Agência Brasil
2311 Copa vai começar com 100% das emissões de gases de efeito estufa compensados
Todas as emissões diretas de dióxido de carbono equivalente relativas à Copa do Mundo 2014 já foram compensadas, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA). Por meio do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Quioto, instituído pela Convenção-Quadro das Nações Unidas para a Mudança do Clima, foram doadas, até o momento, 420,5 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente, na forma de reduções certificadas de emissões (RCEs), os chamados créditos de carbono.
As emissões relacionadas a atividades do governo federal no Mundial somam 59,2 mil toneladas do gás, montante que inclui as operações da Fifa, os espectadores e as obras já realizadas.
As 11 empresas que atenderam à chamada pública lançada pelo MMA em abril para compensar as emissões de gases de efeito estufa durante a Copa receberam ontem (3) o selo de Baixo Carbono, dentro das comemorações da Semana do Meio Ambiente, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
De acordo com a ministra Izabella Teixeira, é a primeira vez que um país-sede da Copa do Mundo se preocupa em neutralizar as emissões do megaevento. “Isso significa objetivamente que nós não só neutralizamos todas as emissões diretas, naquilo que o Brasil se comprometeu a fazer em relação à Copa do Mundo, como temos créditos que nos foram ofertados. Espero que quando terminar a Copa, e no final do ano, a gente tenha tido capacidade inclusive de mitigar as emissões indiretas da Copa [com esses créditos]”.
O selo de Baixo Carbono está prevista na Lei Geral da Copa e mais empresas estão comprando os créditos para doar ao governo e receber a certificação. A ministra explicou que será feito novo balanço de compensação das emissões após a Copa. Até o momento, o crédito de carbono conseguido já compensou inclusive toda a emissão indireta prevista com o transporte aéreo dentro do país e 19% dos voos internacionais. De acordo com ela, a compensação foi o primeiro “gol verde da Copa”. Além das emissões, o governo também instituiu medidas ambientais para os estádios e para o fomento da agroecologia.
“Todas as arenas de futebol são certificadas ambientalmente por um selo internacional que é o Instituto Leed (Liderança em Energia e Design Ambiental), umas já têm e até o final do ano as outras vão receber, para o início da Copa só vão ficar faltando quatro. E também a parceria com os ministérios do Desenvolvimento Agrário e do Desenvolvimento Social para o voluntariado da Copa comer agricultura orgânica, então o kit brasileiro é da agroecologia, é do alimento saudável trabalhando com as cadeias da sociobiodiversidade”.
Além disso, segundo a ministra, a transportadora oficial da Copa e da Seleção Brasileira de Futebol está implantando políticas de mitigação nos voos nacionais que foram inauguradas hoje (4) com um voo com bioquerosene.
O diretor do Departamento de Mudanças Climáticas do MMA, Adriano Santiago, explicou que todos os projetos de MDL que contribuíram para a compensação das emissões da Copa são brasileiros. “Todas as reduções certificadas usadas para as compensações da Copa são de projetos brasileiros, ou seja, são de projetos desenvolvidos no território nacional. Esse fato no Brasil é relevante porque a grande maioria dos projetos é desenvolvida com recursos próprios, a parte internacional entra com a compra dos créditos, mas a grande maioria é unilateral, é iniciativa do empresariado local”.
As empresas que receberam o selo Baixo Carbono hoje foram: Estre Ambiental S.A, Rima Industrial S.A, Tractebel Energia S.A, Rhodia, Arcelormittal Brasil, Gerdau S.A, Usiminas, Sinobras, Aperam South America, Vallourec e Bunge Brasil.
Edição: Luana Lourenço
* Publicado originalmente no site Agência Brasil.
(Agência Brasil)