A ALEGRIA INVADIU MINHA ALMA

A ALEGRIA INVADIU MINHA ALMA
Big Meu Lindo.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

ECO LINDO

The Toco Toucan is the largest of the toucans, its color, shape and size of the beak draw attention, make them unmistakable.

Photo: João Linhares
www.facebook.com/JoaoLinharesFotografiaDaNatureza

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# # Nature # ultimosrefugios meioambiente mataatlantica # # sustainability # conservation
O tucanuçu é o maior dos tucanos, seu colorido, o formato e tamanho do bico chamam a atenção, tornando-os inconfundíveis.

foto: João Linhares
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#ultimosrefugios #natureza #meioambiente #mataatlantica #sustentabilidade #preservação

Foto: O tucanuçu é o maior dos tucanos, seu colorido, o formato e tamanho do bico chamam a atenção, tornando-os inconfundíveis.

foto: João Linhares
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CURE O MUNDO

Como fazer o Pedido:

Entre em contato pelo bate papo da página Cure o Mundo que passamos as formas do pagamento ou pelo WhatsApp / Viber
(11) 9 7078- 8668 (Mayke ) 

Preços: 1 camisa : R$ 26,00 + (frete)
Preço de 2 ou mais : R$ 23,00 + (frete)

Vamos fazer deste mundo, um lugar melhor?

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RAJU

तुम बदले, जहाँ बदला, बदली नज़र ज़माने की
यह आंसू चार बाक़ी रह गए निशानी दिल लगाने की
मुझे इस बात का ग़म नहीं के बदल गया ज़माना
मेरी ज़िन्दगी तोह सिर्फ तुम हो, कहीं तुम न बदल जाना
<३ <३
Você vira onde mudou, mudou olhar moda
As lágrimas eram quatro esquerda que colocou o símbolo do coração
Virei-me para as dores de que Idade
Toh minha vida é só você, ir em algum lugar você não muda
<3 <३
You turn where changed, changed fashioned look
The tears were four left who put heart symbol
I turned to the sorrows of that Age
Toh my life's just you, go somewhere you do not change
<3 <3

AMIZADE

Vamos fornecer a sua amizade em memórias
Vai ficar longe olhar nos olhos
Não temos qualquer hora que passa
Então virá quando você vai se lembrar...
 
हम अपनी दोस्ती को यादो में सजायेंगे
दूर रहकर भी बंद आँखों में नज़र आएंगे
हम कोई वक़्त नहीं जो बीत जाएंगे
जब याद करोगे तब चले आएंगे
 
We'll furnish their friendship in memories
Will stay far off look in eyes
We do not have any time which will elapse
Then will come when you will remember
 
Hum apni Dosti ko yaado me sajayenge
Door rehkar bhi band ankho me nazar ayenge
Hum koi waqt nahi jo beet jaayenge
Jab yaad karoge tab chale aayenge
Foto: Vamos fornecer a sua amizade em memórias 
Vai ficar longe olhar nos olhos 
Não temos qualquer hora que passa 
Então virá quando você vai se lembrar...
<3 <3
हम अपनी दोस्ती को यादो में सजायेंगे
दूर रहकर भी बंद आँखों में नज़र आएंगे
हम कोई वक़्त नहीं जो बीत जाएंगे
जब याद करोगे तब चले आएंगे
<3 <3
We'll furnish their friendship in memories 
Will stay far off look in eyes 
We do not have any time which will elapse 
Then will come when you will remember
<3 <3
Hum apni Dosti ko yaado me sajayenge
Door rehkar bhi band ankho me nazar ayenge
Hum koi waqt nahi jo beet jaayenge
Jab yaad karoge tab chale aayenge

‘Educação é promover o crescimento humano’

por Fernanda Kalena, do Porvir
Para David Baker, as escolas tem que preparar o aluno para o mundo e não para terem bons resultados em avaliações.
O professor em um papel que extrapola o de transmissor de informações, como aquele que molda o caráter, que estimula valores e prepara os estudantes para a vida pós escola. É assim que o escritor britânico David Baker enxerga a função dos educadores. “Eles precisam fazer os alunos se sentirem pessoas completas, prontas e confiantes para encarar o mundo”. Defende que a escola tem que preparar os alunos para a vida e não para exames, que conteúdos pedagógicos são apenas uma parte da educação e que a tecnologia não deve ter grande espaço na formação dos jovens.
Baker é um dos membros da School of Life, ou Escola da Vida, instituição que dá aulas, oficinas e cria materiais sobre temas relacionados a trabalho, amor, família, política e diversão (já falamos sobre a escola aqui). Baker acredita que educação não deve se preocupar em melhorar habilidades, que o mais importante é instigar o desenvolvimento dos alunos enquanto indivíduos. “O que deve ser estimulado é o crescimento dos alunos enquanto ser humano, como se desenvolvem em termos de resiliência, confiança, como lidam com ansiedade e pressão, por exemplo”. Para o escritor, quando os jovens aprendem a lidar com suas emoções, eles também aprendem a lidar melhor com o outro, o que melhora as relações interpessoais.

David Baker 601x275 ‘Educação é promover o crescimento humano’
Foto: Claudia Paulussen / Fotolia.com

Ele usa esse mesmo argumento para criticar o uso de tecnologias na educação. Segundo ele, os recursos tecnológicos estão criando barreiras entre as pessoas. “O que está acontecendo agora com a disseminação dos Moocs Glossário compartilhado de termos de inovação em educação sugere que a melhor educação pode chegar a qualquer pessoa. E tenho problemas com isso. Não quero negar o acesso de qualquer interessado em assistir aulas de Stanford, mas a educação é uma via de mão dupla, é algo que deve ser feito com comunicação humana, física e real, deve desenvolver uma relação entre professores e alunos e não apenas fomentar a troca de informações”, argumenta Baker que esteve esta semana no Brasil para participar do Ria Festival, evento de cultura digital promovido pela Fundação Telefônica.
O escritor faz uma comparação entre os cursos on-line com livros, dizendo que ambos são excelentes fontes de conteúdo, mas que não substituem a interação humana. “Esses grandes programas on-line estão entregando informações interessantes, mas não tenho certeza se eles estão entregando educação. Porque educação é sobre a capacidade de aprender e descobrir, nesse sentido os cursos on-line são mais como os livros”.
Baker também critica o que, segundo ele, está acontecendo tanto na Inglaterra, quanto em outros países como o Brasil, por exemplo, que é a escola priorizar o bom desempenho dos alunos em exames de avaliação e não na metodologia de ensino.
“Essa postura está determinando como os professores são julgados. Muitos estão, com razão, reclamando por serem analisados pelos resultados dos alunos em testes, pois assim, eles acabam direcionando toda sua prática pedagógica para os alunos terem boas notas”, conta.
Para o britânico, quando isso acontece o professor deixa de cumprir sua principal função, que é a de estimular o aluno a cultivar valores e habilidades para se formar por completo e encarar o mundo pós escola. “Não basta professores e alunos estarem no mesmo espaço físico se o foco do aprendizado não for a educação para a vida”.
* Publicado originalmente no site Porvir.
(Porvir) 

Água: Como será o amanhã?

por Decio Tubbs Filho*
aguaAltodoTiete Água: Como será o amanhã?
Alto Tietê, que também abastece região metropolitana. Foto: Reprodução/Tijolaço

O Brasil, reconhecidamente, é um país de imensas reservas hídricas, detentor de 12% da água doce do Planeta e, certamente, seríamos um país sem problemas neste setor, mas, infelizmente, as reservas não são distribuídas uniformemente em nosso território e tampouco seu uso é planejado e gerenciado de forma adequada.
O ano de 2014 ficará marcado, na gestão hídrica, não por qualquer grande avanço, mas por nos ter apresentado uma nova realidade: a escassez hídrica na região mais desenvolvida do país. Apregoada por tantos estudiosos do tema, finalmente ela chegou às duas maiores regiões metropolitanas brasileiras, originada na maior estiagem já observada na Bacia do Rio Paraíba do Sul, a crise da água, agora, passou a fazer parte do nosso cotidiano e as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo descobriram-se interdependentes deste rio.
Além destas áreas metropolitanas, outras cidades da região Sudeste também foram impactadas pela escassez, resultando numa crise inédita que, entretanto, foi pontuada mais pelo embate político do que pelas propostas concretas para evitar sua repetição futura.
Descontando o mau humor do clima e seus efeitos hidrológicos críticos, parte dessa crise poderia ter sido amenizada caso fossem consideradas as estratégias apontadas pelos gestores e a construção de uma agenda objetivando a intervenção positiva no ciclo hidrológico para atenuar os efeitos climáticos.
Embora inúmeros alertas tenham sido emitidos, ainda são discretas as ações significativas, concretas, em grande escala e permanentes para esclarecer a população sobre a necessidade do uso racional da água e o mais grave: crescemos iludidos por uma cultura perdulária fundamentada na ideia da abundância hídrica.
Significa dizer que a atual crise pode ser vitrine anunciadora de situações futuras, podendo se repetir, ainda que relacionada somente às incertezas climáticas.
Um outro obstáculo identificado neste cenário é a ausência do tema água no cotidiano do cidadão comum, da classe política e em muitos programas governamentais. Exceção feita às situações críticas como as vivenciadas atualmente pelo Rio de Janeiro e São Paulo, e, mesmo assim, por conta da perspectiva de racionamento.
Até hoje fomos inábeis para demonstrar ao cidadão comum a importância da gestão hídrica. Pouco é conhecido sobre os avanços e conquistas desse sistema, por exemplo, com relação à importância da participação nos Comitês de Bacia, corresponsáveis pelas decisões na gestão hídrica e onde as decisões podem ser compartilhadas. Portanto, atrair a sociedade civil para essa discussão é um desafio a ser enfrentado.
Por outro lado, jamais houve, por parte dos nossos governantes em geral, um compromisso sério e duradouro para com o tema da água (e por que não incluir a questão ambiental também?), e vem de muito tempo, das favelas cariocas ao Semiárido nordestino, a estratégia de abordar a “gestão hídrica” atenuando as situações críticas com ações pontuais e demagógicas, tais como a inauguração de uma bica d’água ou um chafariz.
Diante destes fatos, é pouco provável que os recursos hídricos sejam protagonistas ou ganhem destaque nas campanhas eleitorais que ora se iniciam. No entanto, diversas regiões brasileiras apresentam ou irão apresentar dificuldades relacionadas à disponibilidade de água, quer devido à quantidade ou à qualidade.
Apesar de contarmos com planos de recursos hídricos em diferentes escalas, do Plano Nacional de Recursos Hídricos aos inúmeros Planos Regionais de Bacia Hidrográfica, instrumentos orientadores da gestão das águas e construídos a partir de um amplo processo de discussão com a sociedade, a realidade dos recursos hídricos é outra e aquém das ações preconizadas por esses documentos.
Ainda que se possa avaliar que parte destes planos é de difícil implementação, a maioria estabelece ações orientadoras factíveis. No entanto, mesmo considerando o Estado do Rio de Janeiro, onde há a cobrança pelo uso dos recursos hídricos, superficiais e subterrâneos, os recursos arrecadados pela cobrança são reduzidos para realizar as ações necessárias, notadamente quando se fala em saneamento ambiental.
Assim, é nossa obrigação, mais uma vez, tentar clamar aos nossos futuros governantes a necessidade de incluir em seus programas de governo a gestão hídrica como ferramenta essencial para o desenvolvimento social e econômico do Estado do Rio e dos outros Estados do Brasil.
Por fim, não nos basta permanecer apenas na pergunta, como no clássico samba enredo da escola de samba do Rio de Janeiro, União da Ilha do Governador (1978), que indaga: “Como será o amanhã? Responda quem puder…”! Conhecemos muitas das respostas e devemos aprender com a atual crise, incluindo a gestão dos recursos hídricos no cotidiano da sociedade e na agenda política, de modo que não seja mais ignorada ou postergada.
Decio Tubbs Filho é professor do Departamento de Geociências da UFRural RJ e Diretor-Geral do Comitê Guandu.
** Publicado originalmente no site Eco21.
(Eco21) 

TEMPO

Take your time to do tasks, especially if they are big. Smaller things are more accessible and seem more do-able. Breaking a task into parts gives a sense of control and you’re relaxed to see it through.
 
Leve o seu tempo para fazer tarefas, especialmente se eles são grandes. Coisas menores são mais acessíveis e parecem mais capaz de fazer. Quebrando uma tarefa em partes dá uma sensação de controle e você está relaxado para ver através dele.
Foto: Take your time to do tasks, especially if they are big. Smaller things are more accessible and seem more do-able. Breaking a task into parts gives a sense of control and you’re relaxed to see it through.
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Leve o seu tempo para fazer tarefas, especialmente se eles são grandes. Coisas menores são mais acessíveis e parecem mais capaz de fazer. Quebrando uma tarefa em partes dá uma sensação de controle e você está relaxado para ver através dele.

CHANCE-ANA oferece 6 mil vagas em cursos gratuitos a distância sobre água e comitês de bacias

por Raylton Alves, da ANA
agua23 ANA oferece 6 mil vagas em cursos gratuitos a distância sobre água e comitês de baciasA Agência Nacional de Águas (ANA) está com inscrições abertas para 6 mil vagas em cinco cursos diferentes, todos eles gratuitos e a distância. Os temas oferecidos são: Água na Medida Certa; Cuidando das Águas; Planejamento, Manejo e Gestão de Bacias; Comitês de Bacias: Práticas e Procedimentos; e Lei das Águas. Os interessados podem se inscrever na página de cursos a distânciada ANA até o próximo domingo, 7 de setembro. As vagas serão preenchidas por ordem de inscrição. Quando o número de alunos chegar a 6 mil, as inscrições serão encerradas.
Os alunos que atingirem a partir de 60% de aproveitamento nas avaliações receberão certificado digital. O tempo de duração pode ser menor que o previsto, conforme o desempenho de cada participante. Para facilitar a aprendizagem, as atividades estão estruturadas através de uma navegação sequencial entre módulos e o material está disponível em formato PDF. Os alunos receberão e-mail em 9 de setembro, informando em qual turma foram incluídos, no caso de cursos com mais de uma turma.
Para o curso Água na Medida Certa, haverá duas turmas. A primeira terá atividades entre 9 e 21 de setembro, enquanto a segunda acontecerá de 22 de setembro a 5 de outubro. A capacitação tem carga de 20 horas e é aberta a qualquer interessado no tema. O objetivo é ensinar sobre recursos hídricos a partir de reflexões sobre conceitos e informações sobre a disponibilidade, distribuição e quantidade de água no planeta.
Também com duas turmas, de 9 a 21 de setembro e de 22 de setembro a 5 de outubro, o curso Comitê de Bacia: Práticas e Procedimentos é voltado para membros de comitês de bacias hidrográficas, agentes gestores de recursos hídricos e demais interessados. A capacitação, com 20 horas, visa a ensinar a dinâmica de funcionamento da estrutura organizacional dos comitês – que funcionam como “parlamentos das águas” nas bacias – para melhorar o processo de gestão destes colegiados.
Entre 9 de setembro e 5 de outubro, acontecerão as atividades do curso Cuidando das Águas, que tem carga de 40 horas. O objetivo é estimular a sociedade a refletir sobre sua responsabilidade no uso sustentável da água. A capacitação também aborda as possibilidades de melhoria da qualidade dos recursos hídricos, em cooperação com setores usuários, organizações não governamentais, governos e entidades de meio ambiente.
Com 20 horas, o curso Lei das Águas ensina os alunos a compreenderem a Política Nacional de Recursos Hídricos, também conhecida como Lei das Águas. Além disso, as atividades abordam os conceitos básicos relacionados à gestão dos recursos hídricos e identificam formas de atuação responsável para o uso e a gestão da água. As turmas acontecerão entre 9 e 21 de setembro e entre 22 de setembro e 5 de outubro.
O curso Planejamento, Manejo e Gestão de Bacias acontece entre 9 de setembro e 5 de outubro com uma carga de 40 horas. A capacitação busca apresentar aos alunos os instrumentos de planejamento dos recursos hídricos e de gestão de bacias hidrográficas.
Capacitação
A ANA realiza capacitações para as entidades que compõem o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH) e para toda a sociedade brasileira. O objetivo é estimular a conservação e o uso sustentável da água, além da participação cidadã na implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos. Em 2013, a ANA capacitou 12.534 pessoas. Para 2014, a expectativa é bater este recorde, com 14,5 mil alunos. Saiba mais no Portal da Capacitação da ANA.
* Publicado originalmente no site da Agência Nacional de Águas.
(Agência Nacional de Águas) 

NEVER COME BACK

Que os dias ruins sejam passageiros e não volte nunca mais.
 
That passengers are bad days and never come back.
Foto: Que os dias ruins sejam passageiros e não volte nunca mais.
<3 <3
That passengers are bad days and never come back.

A FELICIDADE MORA EM MIM

Quando procuro o que há de fundamental em mim, é o gosto da felicidade que eu encontro.
 
When I search for what is fundamental in me, the taste of happiness that I encounter.
Albert Camus


ISA encaminhará propostas de incentivo econômico à conservação para candidaturas presidenciais

por Redação do ISA
agricola ISA encaminhará propostas de incentivo econômico à conservação para candidaturas presidenciais
Área agrícola com trechos de floresta em Goiás | Beto Ricardo – ISA

Confira documento que será encaminhado às candidaturas com o objetivo de aliar políticas agrícolas à conservação nas propriedades rurais de todo País
O ISA apresentará aos candidatos à Presidência da República propostas para transformar a política agrícola em vetor da conservação ambiental no campo. O objetivo é incluir premiações nas políticas agrícolas para os produtores que estiverem devidamente conservando a vegetação nativa de suas propriedades ou se disponham a fazê-lo, estabelecendo uma nova relação entre as políticas agrícolas e ambientais.
O ISA vem trabalhando, desde 2010, na formulação e articulação de propostas que conciliem incentivos de crédito agrícola e políticas de compras públicas com a conservação ambiental nas propriedades rurais. Parte dessas propostas já veio a público, foi discutida com setores interessados e sociedade civil (saiba mais).
Clique aqui para acessar o documento que será apresentado às candidaturas presidenciais.
* Publicado originalmente no site Instituto Socioambiental.
(ISA) 

Proteger as florestas é produzir água

por Mariana Machado*
size 590 Mata Atlantica Proteger as florestas é produzir águaEstive na Exposição Itinerante a Mata Atlântica é Aqui no município mineiro de Bicas no dia 20 de agosto, para moderar a roda de conversa sobre a Importância da Mata Atlântica.
A roda contou com a presença de cerca de 20 participantes entre eles, proprietários de terra, secretários de meio ambiente de Juiz de Fora e Bicas, representantes de ONG e Universidades, ambientalistas e profissionais liberais.
Começamos com uma breve apresentação entre os participantes e a motivação para participarem da atividade. A maioria das pessoas demonstrou forte preocupação com a questão da água na região, devido à pouca ou nenhuma iniciativa de saneamento ambiental e proteção de nascentes e cursos d’água, o que acarreta na degradação ambiental e compromete o abastecimento de água nas cidades.
A preocupação procede. De acordo com o Atlas dos Remanescentes da Mata Atlântica (SOS Mata Atlântica e INPE), levantamento do período de 2011 e 2012, apontou que na região grande parte dos municípios tem pouco mais que de 10% de sua cobertura original de Mata Atlântica, que era de 100%.
Em Bicas, por exemplo, restam apenas 6% de suas matas!
É sabido que a floresta tem importante papel no regime de abastecimento hídrico. As matas protegem as nascentes e cursos d´água de erosão, minimizam as chances de deslizamento de terra, contribuem para a porosidade do solo e infiltração da agua da chuva, alimentando os lençóis freáticos. Proteger as florestas é produzir água.
Na região são poucas as áreas naturais protegidas públicas e grande parte dos fragmentos florestais que ainda existem estão nas mãos de proprietários rurais. Dessa forma, são necessárias políticas públicas para orientação e incentivo a restauração e conservação florestal em terras privadas.
Uma das estratégias que estão sendo adotadas, é o Pagamento por Serviço Ambiental – PSA. Os programas de PSA partem do princípio de que a floresta nativa presta diversos serviços, tais como biodiversidade, estoque de carbono, proteção de nascentes, controle de erosão, regulação do regime de chuvas, etc., e os proprietários que protegem floresta nativa (provedores), beneficiam a toda sociedade, dessa forma eles devem ser pagos por esse esforço de proteção.
Eduardo de Araújo Rodrigues, analista ambiental do IGAM – Instituto de Gestão das Águas Mineiras comentou sobre o edital de apoio a projetos de PSA na Bacia do Paraíba do Sul (PSA Hídrico), realizado pelo Comitê de Integração da Bacia do Rio Paraíba do Sul – CEIVAP que selecionará propostas para restauração de áreas degradas e/ou conservação florestal.
A bacia do rio Paraíba do Sul situa-se na região sudeste do Brasil e é estratégica para o abastecimento de uma das regiões mais populosas do país. Ocupa área de aproximadamente 62.074 km², estendendo-se pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, abrangendo 184 municípios.
O recurso disponível é oriundo da cobrança do uso da água feito na bacia e o valor máximo a ser pago aos provedores dos serviços ambientais no âmbito do programa PSA HÍDRICO na bacia hidrográfica do Paraíba do Sul será de R$ 200,00/ha/ano.
Essa iniciativa é muito bem vinda para estimular e ampliar ações de melhores práticas agropecuárias, restauração e conservação de florestas nativas e por consequência garantir água em qualidade e quantidade necessárias para o bem estar das populações residentes na bacia.
Mariana Machado é coordenadora do Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica
** Publicado originalmente pela SOS Mata Atlântica e retirado do site Mercado Ético.
(Mercado Ético) 

O que o desmatamento tem a ver com sua torneira

por Redação do Greenpeace
AmazoniaIpe O que o desmatamento tem a ver com sua torneira
Árvore de Ipê florescendo no meio da floresta Amazônica. Foto: © Greenpeace / Daniel Beltrá

Amazônia. Esse é o nome da maior floresta tropical do mundo. Ocupa 5% solo do planeta e mais da metade dela (65%) está dentro de nosso país.
De todos os seus tesouros, dois chamam muito a atenção em tempos de racionamento de água muitas cidades do Sudeste: essa floresta possui cerca de 25 mil rios e estoca aproximadamente 12% de toda a água possível de consumo da terra. E é responsável, em boa parte, pela água que sai da sua torneira.
Isso porque mais de 70% das chuvas que caem em São Paulo no período em que os reservatórios do Estado são abastecidos vêem da Amazônia. As árvores transportam a água do solo até a atmosfera, num ritual de tirar água do depósito abaixo do chão e transpirá-la para virar nuvem. Quanto maior o desmatamento, menor o número de árvores que desempenham esta função. Assim, a água do solo não vai para a atmosfera, e a água da chuva não é retida pelas árvores no solo, escorrendo sem barreiras para os rios e oceanos. Por isso que o desmatamento da floresta afeta nossa vida aqui nas grandes cidades do País– e vai afetar cada vez mais. Reportagem do Fantástico tratou disso no último domingo.
É graças aos serviços que a floresta nos presta que temos a abundância de água também para ativar os geradores das usinas hidrelétricas, responsáveis por 85% da energia que ilumina a casa dos brasileiros. A Amazônia está presente no nosso dia a dia, da luz que se acende na periferia ao PIB agrícola do sudeste. Os serviços da floresta ajudam a todos, de forma democrática e gratuita. Mas estamos longe de retribuir.
Diariamente dizimamos a floresta de forma descontrolada e desnecessária. Ano passado derrubamos mais de 5.800km2, área equivalente à quatro vezes o tamanho da cidade do Rio de Janeiro, ou mais que um campo de futebol por minuto. No total já se foram mais de 750.000km2 de floresta, área equivalente a Portugal, Itália e Alemanha juntos.
desmatamento O que o desmatamento tem a ver com sua torneira
Desmatamento no Estado do Pará. Foto: © Rodrigo Baleia / Greenpeace

Não desmatamos para produzir alimentos, pois já temos áreas abertas no país em quantidade suficiente para dobrar nossa produção de alimentos sem precisar derrubar mais nenhum hectare de floresta.
Não sabemos se a mudança no padrão do clima e das chuvas vão dizimar a vida da terra. Mas vão torná-la mais difícil. A prologada escassez que estamos enfrentando no estado de São Paulo é um prenúncio disso. E cabe a nós mudarmos essa história. Precisamos mostrar que não estamos de acordo com o absurdo que está acontecendo nas nossas florestas. Assine pelo Desmatamento Zero e Junte-se a nós.
* Publicado originalmente no site Greenpeace.
(Greenpeace) 

AMO VOCÊ RJ

A PAZ
"Eu pensei em mim
Eu pensei em ti
Eu chorei por nós
Que contradição
Só a guerra faz
Nosso amor em paz"
 
शांति
"मैं खुद के बारे में सोचा
मैं आप के बारे में सोचा
मैं हमारे लिए रोया
क्या एक विरोधाभास
केवल युद्ध करता है
शांति में हमारा प्यार "
PEACE
"I thought of myself
I thought of you
I cried for us
what a contradiction
Only war makes
Our love in peace "
 
शांति
Foto: A PAZ
"Eu pensei em mim
Eu pensei em ti
Eu chorei por nós
Que contradição
Só a guerra faz
Nosso amor em paz"
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शांति 
"मैं खुद के बारे में सोचा 
मैं आप के बारे में सोचा 
मैं हमारे लिए रोया 
क्या एक विरोधाभास 
केवल युद्ध करता है 
शांति में हमारा प्यार "
PEACE 
"I thought of myself 
I thought of you 
I cried for us 
what a contradiction 
Only war makes 
Our love in peace "
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शांति

DELHI LOVE

Delhi's Bahá'í House of Worship, commonly known as the Lotus Temple
De Delhi Casa de Adoração Bahá'í, vulgarmente conhecido como o Templo de Lótus.
 
It's one of the world's great ancient cities, a bewildering mix of elegant foreign embassies and dowdy government offices, high-tech media companies and garment sweatshops, attractive residential "colonies" and slums – all spread out over nearly 600 square miles.
Old Delhi has its famous bazaar and the Red Fort, and New Delhi has Lutyens's India Gate and the bungalows the British left behind. I find South Delhi most interesting, with the ruins of ancient forts and Mughal tombs in the most unlikely places, and an area where tradition is still strong – the sort of place you might still spot a working elephant or two, as well as countless cows.
What is the first thing you do when you return?
I head for Khan Market in Central Delhi to buy mangoes (when in season), get my hair cut for less than £1 (though I never understand why the barber has to sign off his work with such vigorous head-slapping), and pop into one of the stationers to stock up on the wonderfully vibrant wrapping paper and note cards.
 
É uma das grandes cidades antigas do mundo, uma mistura confusa de embaixadas estrangeiras elegantes e escritórios do governo deselegante, empresas de mídia de alta tecnologia e fábricas de vestuário, atraente "colônias" residenciais e favelas - todos espalhados ao longo de quase 600 quilômetros quadrados.
Old Delhi tem o seu famoso bazar eo Forte Vermelho, e Nova Delhi tem India Gate de Lutyens e os bungalows os britânicos deixaram para trás. Acho South Delhi mais interessante, com as ruínas de fortalezas antigas e túmulos Mughal nos lugares mais improváveis, e uma área onde a tradição ainda é forte - o tipo de lugar que você ainda pode manchar um elefante trabalhando ou duas, assim como inúmeras vacas .
Qual é a primeira coisa a fazer quando você voltar?
Eu vou para Khan Market em Central Delhi para comprar mangas (quando na época), cortar meu cabelo por menos de £ 1 (apesar de eu nunca entender por que o barbeiro tem que assinar sua obra com tal cabeça-tapa vigoroso) e pop em uma das papelarias para estocar o papel de embrulho e blocos maravilhosamente vibrantes.
Foto: Delhi's Bahá'í House of Worship, commonly known as the Lotus Temple 
De Delhi Casa de Adoração Bahá'í, vulgarmente conhecido como o Templo de Lótus.
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It's one of the world's great ancient cities, a bewildering mix of elegant foreign embassies and dowdy government offices, high-tech media companies and garment sweatshops, attractive residential "colonies" and slums – all spread out over nearly 600 square miles.
Old Delhi has its famous bazaar and the Red Fort, and New Delhi has Lutyens's India Gate and the bungalows the British left behind. I find South Delhi most interesting, with the ruins of ancient forts and Mughal tombs in the most unlikely places, and an area where tradition is still strong – the sort of place you might still spot a working elephant or two, as well as countless cows.
What is the first thing you do when you return?
I head for Khan Market in Central Delhi to buy mangoes (when in season), get my hair cut for less than £1 (though I never understand why the barber has to sign off his work with such vigorous head-slapping), and pop into one of the stationers to stock up on the wonderfully vibrant wrapping paper and note cards.
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É uma das grandes cidades antigas do mundo, uma mistura confusa de embaixadas estrangeiras elegantes e escritórios do governo deselegante, empresas de mídia de alta tecnologia e fábricas de vestuário, atraente "colônias" residenciais e favelas - todos espalhados ao longo de quase 600 quilômetros quadrados. 
Old Delhi tem o seu famoso bazar eo Forte Vermelho, e Nova Delhi tem India Gate de Lutyens e os bungalows os britânicos deixaram para trás. Acho South Delhi mais interessante, com as ruínas de fortalezas antigas e túmulos Mughal nos lugares mais improváveis, e uma área onde a tradição ainda é forte - o tipo de lugar que você ainda pode manchar um elefante trabalhando ou duas, assim como inúmeras vacas . 
Qual é a primeira coisa a fazer quando você voltar? 
Eu vou para Khan Market em Central Delhi para comprar mangas (quando na época), cortar meu cabelo por menos de £ 1 (apesar de eu nunca entender por que o barbeiro tem que assinar sua obra com tal cabeça-tapa vigoroso) e pop em uma das papelarias para estocar o papel de embrulho e blocos maravilhosamente vibrantes.

AMO DELHI

A beleza das crianças em NEW DELHI. Adoráveis.
 
The beauty of children in NEW DELHI. Adorable.


GREENPEACE BRASIL

Olá ROSE,

Apesar de alemão ser uma língua pra lá de complicada, nós, brasileiros, aprendemos desde cedo o que Volkswagen significa: o carro do povo. Só que no Brasil a história, na verdade, é um pouco diferente e em vez de produzir o “carro do povo” e priorizar os consumidores daqui, a Volkswagen tem se negado a se comprometer com metas de eficiência veicular como as que terá que obedecer na Europa.

Em abril, o Greenpeace colocou nas ruas um carro da Idade da Pedra para satirizar a falta de modernidade dos veículos brasileiros e para pedir que as três líderes de vendas no país – Fiat, Chevrolet e Volks - produzam veículos mais eficientes. E, na semana passada, ativistas foram até as duas primeiras e, hoje, foi a vez da sede da montadora alemã no Brasil ser transformada em ferro velho. Carcaças de carros enferrujados foram deixadas e ativistas seguraram banners com os dizeres “Ferro Velho” e “Carro moderno é carro eficiente”.

A Volkswagen tem que saber que de nada adianta afirmar ser inovadora e protagonista na Europa e oferecer aos brasileiros carros com tecnologia defasada em 4 anos quando comparados aos europeus. Você pode nos ajudar a pressionar a Volkswagen compartilhando a petição.

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Hello ROSE,

Although German language to be a complicated there, we Brazilians learned early on what Volkswagen means people's car. Only in Brazil's history, in fact, is a bit different and instead of producing a "people's car" and prioritize the consumers here, Volkswagen has refused to commit to targets for vehicle efficiency as they will have to obey in Europe.

In April, Greenpeace placed a car on the streets of the Stone Age to satirize the lack of modernity of the Brazilian vehicle and request that the three sales leaders in the country - Fiat, Chevrolet and Volkswagen - to produce more efficient vehicles. And last week, activists went to the first two, and today it was the turn of the headquarters of the German automaker in Brazil to be turned into scrap metal. Carcasses were left rusting cars and activists held banners reading "Old Iron" and "modern car is efficient car."

Volkswagen has to know that there is no point claiming to be innovative and protagonist in Europe and offer Brazilian cars with outdated technology in four years when compared to Europeans. You can help us to press the petition Volkswagen sharing.

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Foto: Olá ROSE,

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Em abril, o Greenpeace colocou nas ruas um carro da Idade da Pedra para satirizar a falta de modernidade dos veículos brasileiros e para pedir que as três líderes de vendas no país – Fiat, Chevrolet e Volks - produzam veículos mais eficientes. E, na semana passada, ativistas foram até as duas primeiras e, hoje, foi a vez da sede da montadora alemã no Brasil ser transformada em ferro velho. Carcaças de carros enferrujados foram deixadas e ativistas seguraram banners com os dizeres “Ferro Velho” e “Carro moderno é carro eficiente”.

A Volkswagen tem que saber que de nada adianta afirmar ser inovadora e protagonista na Europa e oferecer aos brasileiros carros com tecnologia defasada em 4 anos quando comparados aos europeus. Você pode nos ajudar a pressionar a Volkswagen compartilhando a petição.

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Foto: remember hr

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Mais um pouco da beleza de nosso território nacional

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Foto: Mais um pouco da beleza de nosso território nacional

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