A ALEGRIA INVADIU MINHA ALMA

A ALEGRIA INVADIU MINHA ALMA
Big Meu Lindo.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Argiloterapia Capilar


argila é um ingrediente que, devido às suas propriedades, vem se tornando comum em clínicas de estética e spas no tratamento de pele e cabelos. Coletada diretamente do solo, ela é o resultado da mistura de elementos como derivados do alumínio, silicatos e hidróxidos coloidais, possuindo em sua composição ferro, potássio, boro, alumínio, enxofre e cálcio.
A argila é absorvente de toxinas e impurezas, e possui propriedades cicatrizantes, anti-inflamatórias, purificantes, adstringentes, remineralizantes e antissépticas. Promove a cicatrização e a reconstituição dos tecidos, estimula a circulação sanguínea e linfática e tem efeito tensor imediato e antisséptico. A argila pode ser usada no cabelo, rosto e corpo.
Argiloterapia Capilar

Argila no Tratamento Capilar

Você já passou argila nos cabelos? Além de ser ótima para pele, a argila também traz benefícios inegáveis para os cabelos.
A argila possui elementos muito eficientes na nutrição e hidratação e pode devolver aqueratina perdida pelos fios danificados. O tratamento com a máscara de argila ajuda purificar, eliminar a oleosidade e fortalecer o couro cabeludo. Auxilia no crescimento saudável dos cabelos, repondo as proteínas e selando os fios.

A Argila Age como um Shampoo Antirresíduo

O tratamento com argila desintoxica o couro cabeludo, diminui a oleosidade e esfolia o couro, removendo as impurezas. Para quem usa muitos cremes, leave-ins, silicones é excelente a cada 15 dias usar a argila como shampoo. A argila ajuda limpar e eliminar todos esses resíduos que vão se acumulando no couro cabeludo. Digamos que a argila faça uma esfoliação no couro cabeludo.
Dessa maneira, antes lavar seus cabelos normalmente, prepare a argila (pode deixar a preparação bem mais líquida do que o habitual), passe no couro cabeludo,pode ser com os dedos ou pincel, acho que com pincel fica melhor, fazendo leves massagens com os dedos no couro cabeludo durante uns dois minutos, em seguida enxaguar e usar seu shampoo e condicionador habitual.

Como Usar Argila nos Cabelos

Coloque a argila num recipiente de vidro, cerâmica ou plástico (nunca use um recipiente de metal), e acrescente água (filtrada, fervida ou desmineralizada) aos poucos até formar uma pasta de consistência leve. Nem muito líquida, nem muito grossa (senão fica difícil de aplicar). Não utilize metal para misturar a argila.
Argiloterapia Capilar
Com os cabelos úmidos, espalhe a pasta de argila sobre todo o couro cabeludo com um pincel, e depois massageie levemente o couro com a ponta dos dedos em movimentos circulares durante alguns minutos. Não esfregue a argila nos fios, pois pode causar um atrito forte, e danificá-los e também evite passar a argila no comprimento dos fios. Deixe agir por 20 minutos. Enxágue abundantemente com água morna. Você pode aplicar a argila com os cabelos secos também, veja o que você prefere.
Você pode usar a argila nos cabelos cada 15 dias.
Você pode combinar o uso da argila com óleos vegetais e óleos essenciais específicos para seu tipo de cabelo e objetivo. Fica uma delícia!
O vinagre de maçã é um aditivo comum aos tratamentos de argila. Há uma boa sinergia entre os dois. Logo, em vez de água você pode utilizar vinagre de maçã, para o tratamento da caspa e seborreia, ou para aumentar o brilho. Ele também ajuda a diminuir o pH da argila. Saiba mais sobre o vinagre de maçã para pele e cabelos.

Tipos de Argilas

Argiloterapia Capilar
 A argila branca, verde e preta são as mais indicadas para os fios. A branca é mais leve e suave; a verde indicada  para cabelos normais que precisam apenas de tonificação, estimulação do couro cabeludo e limpeza; e a preta é indicada para quem possui excesso de oleosidade do couro e queda dos fios. Na hora de comprar sua argila, verifique se ela é esterilizada. Se for orgânica, melhor ainda.
  • Argila Branca – Rica em silício e alumínio e vários oligoelementos. Aumento na oxigenação das áreas congestionadas, regulam a queratinização, em distúrbios do couro cabeludo.
  • Argila Verde – Rica em magnésio, manganês, silício e vários oligoelementos.  Desinflama, esfolia, regula a produção sebácea e tem efeito desintoxicante e adstringente.
  • Argila Cinza – Rica em alumínio e silício. Melhora a circulação sanguínea e linfática, efeito anti-inflamatório e cicatrizante, melhora olheiras, varizes e queda de cabelo.
  • Argila Amarela – Rica em silício e alumínio. Ação calmante e regeneradora de tecidos.
  • Argila Vermelha – Rica em ferro e silício. Usada no tratamento de celulite, gordura localizada, pálpebras caídas, papada e inchaços.
  • Argila Preta - elevado teor de titânio, alumínio e silício (argila rara). Ativador da circulação, adstringente, contribui para a renovação celular, efeito cicatrizantes, desintoxicante, anti-inflamatório e combate a queda de cabelo provocada pela idade.
E você, já experimentou usar argila nos fios?

Pão Indiano de frigideira

Pão Indiano de frigideira

Receita leva iogurte natural

Pão Indiano de frigideira
Receita leva iogurte natural
 INGREDIENTES

Massa

250ml de iogurte natural

½ colher (sopa) de açúcar

½ colher (sopa) de sal

½ colher (sopa) de bicarbonato de sódio

2 xícaras (chá) de farinha de trigo (380g)

 

Recheio

200g de queijo minas padrão ralado no ralo grosso

200g de queijo muçarela ralada no ralo grosso

100g de queijo parmesão ralado no ralo fino

1 ovo batido

1 colher (sopa) de farinha de trigo

 MODO DE PREPARO

Massa

1 - Numa tigela coloque 250 ml de iogurte natural, ½ colher (sopa) de açúcar, ½ colher (sopa) de sal, ½ colher (sopa) de bicarbonato de sódio, 2 xícaras (chá) de farinha de trigo, misture e sove bem a massa. Divida a massa em 4 bolas e deixe descansar por 15 minutos.

Recheio

2 - Misture numa outra tigela 200 g de queijo minas padrão ralado no ralo grosso, 200 g de queijo muçarela ralada no ralo grosso, 100 g de queijo parmesão ralado no ralo fino, 1 ovo batido e 1 colher (sopa) de farinha de trigo. Divida em 4 porções e reserve.

Montagem

3 - Com um rolo abra cada bola de massa numa superfície lisa e enfarinhada. Coloque no centro da massa uma porção de recheio de queijo (reservado acima) e feche formando uma trouxinha. Passe o rolo sobre a trouxinha, com cuidado, amassando até formar novamente um disco. Numa frigideira untada com manteiga, coloque o disco de massa e leve ao fogo médio por 2 minutos ou até dourar. Vire o disco de massa e deixe dourar do outro lado (+/- 2 minutos). Sirva em seguida.

 *
Frying pan Indian bread
Recipe calls for yogurt
INGREDIENTS

mass

250ml natural yoghurt

½ spoon (soup) of sugar

½ teaspoon (soup) salt

½ teaspoon (soup) of sodium bicarbonate

2 cups (tea) of wheat flour (380g)



filling

200g grated cheese standard mines in the large drain

200g grated mozzarella cheese on thick drain

100g grated Parmesan cheese on thin drain

1 beaten egg

1 tablespoon (soup) of wheat flour

PREPARE

mass

1 - In a bowl place 250 ml plain yogurt, ½ spoon (soup) of sugar, ½ teaspoon (soup) of salt, ½ teaspoon (soup) of baking soda, 2 cups (tea) of wheat flour, mix and knead and the mass. Divide the dough into 4 balls and let rest for 15 minutes.

filling

2 - Mix in another bowl 200 g of cheese grated standard mines in the large drain, 200 g of grated mozzarella cheese in the large drain, 100 g grated Parmesan cheese on thin drain, 1 beaten egg and 1 tablespoon (soup) of wheat flour . Divide into 4 portions and set aside.

assembly

3 - With a roll open each ball of dough on a flat surface and floured. Place in the center of mass of a portion cheese filling (booked up) and close forming a bundle. Pass the roller over the bundle gently kneading to form a disc again. In a frying pan greased with butter, place the disc of dough and cook over medium heat for 2 minutes or until golden brown. Turn the dough disk and let brown the other side (+/- 2 minutes). Serve immediately.


SLANG IN HINDI

Slang refers to words and phrases which are used in an informal situation in a language. In Hindi, there are many such words and phrases which are used in daily conversation. Slang in Hindi came into existence since the last century. Recently, the internet and media have been the important source from where many terms have been originated. Such words and phrases are usually used in the educated class because of their interaction with these sources.
Let me show you some of the commonly used slang in Hindi. I have omitted certain abuses from this post to keep it from profanity. If you are interested in the abuses, let me know. This topic is divided into two posts and this post is the first part of the topic.
अंट संट बोलना  – Ant Sant Bolna (verb) – to talk rubbish
बकचोदी करना – Bakchodi karna (verb) – to talk or chat while wasting time
बकचोद – Bakchod (noun) – the one who
भसड – Bhasad (noun) – a mess
भैंस की आँख  – Bhains Ki Aankh (noun) – to get surprised
झंड करना  – Jhand Karna (verb) – to embarrass someone
चक्कर – Chakkar (noun) – affair
चाटु – Chaatu (noun) – person who talk excessively, a chatter
चम्चा – Chamcha (noun) – a sycophant
चिरकुट – Chirkut (noun) – a loser
चूतिया – Chutiya (noun) – idiot or stupid person.
चालू – Chalu (noun) – a clever person. Usually used in negative connotation.
दबाना – Dabana (verb) – to gorge food
ढक्कन  – Dhakkan (noun)  – dumb person
दिनचक्  – Dinchak (noun) – loud or upbeat music
फंडा  – Funda (noun) – an abbreviation of fundamentals
घपला  – Ghapla (noun) – scam, scandal
गोली देना  – Goli dena  (verb) – to let-down someone
ज्ञान – Gyaan (noun) – knowledge.
ज्ञान बाटना – Gyaan baatna – to share knowledge. Used sarcastically.
गप – Gup (noun) – gossip
गप मारना – Gup marna (verb) – to make gossip
हटके – Hatke (noun) – being different
झाड़ना – Jhadna (noun) – to toss around, to show off
जुगाड़ – Jugaad (noun)– a frugal and innovative solution
कांड – Kaand (noun) – a serious matter or a serious mistake
कबाब में हड्डी – Kabab Mein Haddi (noun) – One who deters the socialization of a couple, a third wheel
काट ले – Kat Le (noun) – get out, leave from here
खिचड़ी – Khichdi (noun)– a mess
कोई ना – Koi Na (noun)– no problem, doesn’t matter
लेट लतीफ़ – Late Latif (noun)– person who usually comes late, a perpetual tardy person
मजनूँ – Majnu (noun)– a roadside romeo, a person who usually spend his time by flitting with girls on roadside
मस्त मोला – Mast Maula (noun)– a careless person, a content person
माल – Maal (noun)–  it may refer to money, stuff or attractive woman

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

LOVE

Love is  divine expression. Real love is expression of affection without bounds, limits, conditions or reasons. In simple words, love stays exactly the way it is today, regardless of any (future) circumstances or changes in either of the people in the relationship. Real love begins where nothing is expected in return. One has no control over it. It is beyond attraction and senses. Though attraction, passion and look may contribute to those feelings but they are not necessary conditions. It just happens. Real love is divine and brings positive emotions on surface. Love is patient, kind. It does not envy, it does not boast. It is one’s pride. It does not dishonor others, it is not self-seeking, it is not easily angered, and it keeps no record of wrongs. It does not delight in evil but rejoices with the truth. It grows with honesty, trust and unconditionality. It always protects, perseveres and respect differences. Real love is eternal, it neither fails nor ends.
Conditional love is love with limitations, conditions, expectations, reasons. The best way to explain this is to use examples. Very often when we meet someone new we experience feelings of falling in love. We have our own thoughts and ideals as to what love is and how the interaction works. The first thing we often do is apply those thoughts and feelings to the other person and assume that they see it from the same perspective. The next thing that happens is that our own ego monster rears its ugly head and demands reciprocation, validation and reward for how we are feeling. This is the point, VERY early in the interaction, when love becomes CONDITIONAL. Unconditional love take us more close to our real self.

*
O amor é a expressão divina. O verdadeiro amor é expressão de afeto, sem limites, limites, condições ou razões. Em palavras simples, o amor permanece exatamente do jeito que está hoje, independentemente de quaisquer circunstâncias (futuros) ou alterações em qualquer uma das pessoas no relacionamento. O verdadeiro amor começa quando nada se espera em troca. Não se tem o controle sobre ele. É além da atração e os sentidos. Apesar de atração, paixão e olhar pode contribuir para esses sentimentos, mas eles não são condições necessárias. Simplesmente acontece. O verdadeiro amor é divino e traz emoções positivas na superfície. O amor é paciente, bondoso. Não inveja, não se vangloria. É o orgulho de alguém. Ele não desonrar os outros, não é egoísta, não é facilmente irritado, e não guarda rancor. Ele não se deleita no mal, mas se regozija com a verdade. Ela cresce com honestidade, confiança e incondicionalidade. Protege sempre, persevera e respeitamos as diferenças. O verdadeiro amor é eterno, ele não falha nem extremidades.
O amor condicional é amor com limitações, condições, expectativas razões. A melhor maneira de explicar isso é usar exemplos. Muitas vezes, quando encontramos alguém novo que experimentamos sentimentos de se apaixonar. Nós temos nossos próprios pensamentos e ideais, como o que é o amor e como a interação funciona. A primeira coisa que muitas vezes fazer é aplicar esses pensamentos e sentimentos para a outra pessoa e assumir que eles vê-lo da mesma perspectiva. A próxima coisa que acontece é que o nosso próprio monstro ego eleva sua cabeça feia e exige reciprocidade, validação e recompensa para como estamos nos sentindo. Este é o ponto, muito cedo na interação, quando o amor se torna condicional. O amor incondicional nos levar mais perto do nosso verdadeiro eu....


'Mumbai is on the verge of imploding'

'Mumbai is on the verge of imploding'
Residents of this overburdened and polluted megacity are held hostage by a politician-builder nexus that allows rampant ‘development’ to fuel its descent into urban hell
The Guardian Cities team is reporting live from Mumbai all this week - follow the latest on our live blog

It used to be India’s urban showpiece. Today, its sceptre and crown have fallen down and, in a phase of cynical destruction masquerading as “development”, Mumbai has become a metaphor for urban blight.

Consider these statistics. Rubbish could be its Mount Vesuvius. Some 7,000 metric tonnes of refuse is spewed out each day. Dumping grounds are choked, yet there is no government-mandated separation or recycling.

Around 7.5 million commuters cram themselves into local trains every day and the fledgling metro and monorail are unlikely to make a perceptible difference in the near future.

There are 700,000 cars on the road and the authorities indirectly encourage private vehicle ownership by adding flyovers and expressways, instead of building or speeding up mass rapid transit systems. Private vehicle numbers have grown by 57% in the past eight years, compared with a 23% increase in public buses.

There are around 700,000 cars on the road Mumbai causing untold congestion, air and noise pollution. Their number has grown by 57% over the past eight years.

 There are around 700,000 cars on the roads of Mumbai causing untold congestion, air and noise pollution. Their number has grown by 57% over the past eight years. Photograph: Rafiq Maqbool/AP
Toxic nitric oxide and nitrogen oxide levels stand at 252 microgrammes per cubic metre (mcg/m3) more than three times the safe limit of 80 mcg/m3. Protests against sound pollution fall on deaf ears.

There’s less than 0.03 acres of open space per 1,000 people. The global norm is four; London has a profligate

There are 12.7 million people jammed into the 480 sq km that comprise today’s Greater Mumbai, that’s 20,680 people per sq km. We are the world’s eighth most-populated city – and dying to prove it.

As a consequence, every sixth Mumbaikar lives in a slum. The premium on land was exacerbated by the Rent Control Act of 1947, which wasn’t amended till 1999. Too little, too late. Real estate prices are unreal. It’s cheaper to buy a flat in Manhattan than in Malabar Hill, and you can be sure that shoddy materials will shortchange you in Mumbai.

Considering that housing is the city’s biggest shortfall, it’s ironic that unbridled construction is indisputably its biggest problem. Many villains have been blamed for Mumbai’s descent into urban hell, from mafia dons to impoverished migrants, but for the past three decades the main culprit is the “politician-builder nexus”.

In 2005, the entire city was held hostage for three days. On 26 July, suburban Mumbai was lashed by 668 mm of rain in just 12 hours. Unwarned commuters and children in school buses were left high, but not dry, as roads and railway tracks disappeared. Slums and BMWs went under the deluge without discernment for their economic standing. It may have been the country’s financial capital, but in the photographs that followed, swaggering Mumbai didn’t look much different from a monsoon-marooned Bihar village.

For this humbling disaster, the finger pointed at that same culprit: the developer and his facilitator, the politician. There was nowhere for the rainwater to go. For decades the concrete army had been allowed to commandeer all open spaces, and illegal encroachments had done the rest. Public parks, verdant hills, salt-pans, school compounds, private garden plots, beaches, mangroves – nothing was spared.

The built environment in Mumbai had increased fourfold since 1925 – and at its fastest rate over the past 30 years – all at the cost of green cover and wetlands.

Around 7.5 million commuters cram themselves into local trains every day.

 Around 7.5 million commuters cram themselves into local trains every day. Photograph: Indranil Mukherjee/AFP/Getty Images
The 2005 deluge brought to light the little-known fact that Mumbai had a river. The Mithi had been reduced to little more than a turgid drain, bubbling with the putrefactions of one of Asia’s largest slums, Dharavi. Why blame its desperate inhabitants when the authorities had built an airport runway and much of the swanky new business district of the Bandra Kurla complex over it?

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The traumatising flood was a flash-point. Citizens rose against all the civic atrocities heaped upon them. Why must they suffer such acute and chronic brutalising when Mumbai was the biggest contributor to the national economy? It accounts for 33% of income-tax, 20% of central excise collections, 6.16% of GDP (the largest single contribution in India), 25% of industrial output, 40% of foreign trade and 70% of capital transactions.

Activists demanded it should be administered separately under a chief executive-like head, instead of politicians who siphoned off its wealth to their rural constituencies. The municipal commissioner should be answerable to the elected corporate leaders not, illogically, to the state chief minister. But all this sound and fury receded with the flood waters, and it was soon business as usual.

The unequal war between profiteering and civic wisdom was in unabashed evidence some 20 years before this great flood. An eagerly anticipated shot in the arm turned into a wound that still festers. The cotton mills, on which Mumbai’s original fame and fortunes were built, had been killed off by the prolonged strike of 1982 (and chronic neglect by their owners).

After nearly a decade of legal wrangling, especially over the laid-off workers’ dues, it was decided to redevelop the defunct land – an eye-popping 600 acres in prime south and central Bombay. Recreational spaces, public housing and private enterprise were each to get a one-third share of the total area.

The twenty-seven storey personal residence of Reliance Industries chairman Mukesh Ambani is named after a Antilia, a mythical island in the Atlantic. It has three helicopter pads, underground parking for 160 cars and requires some 600 staff to run.

 The 27-storey personal residence of Reliance Industries chairman Mukesh Ambani is named after Antilia, a mythical island in the Atlantic. It has three helicopter pads, underground parking for 160 cars and requires some 600 staff to run. Photograph: Indranil Mukherjee/AFP/Getty
But in 1991, the relevant Development Control rule 58 was unilaterally changed by the chief minister, making only “open” land in the mills eligible for the division. This left the lion’s share to the owners, their builder accomplices and, naturally, the obliging politicians. The city got a mere fifth of its desperately needed windfall.

Instead of the imaginative, integrated development plan drawn up by Charles Correa, the renowned Mumbai-based architect, the former mill-hub of Lalbaug-Parel is a soulless cram of skyscrapers, mall-to-mall carpeting and snarled traffic clashing with the tenements housing the dispossessed worker families.

The opportunity for Mumbai’s redemption was obscenely squandered. The greedy, selfish “development” has worsened, instead of alleviating, its two biggest headaches: housing and traffic.

Now, a new phoenix is projected to rise from the 800 acres of decrepit dockland along the city’s eastern shoreline, again in the prime south. Will the city finally get its life-saving leisure space and affordable housing? Or will it be one more land-grab hastening its death by “development”?

Mumbai waits with more cynicism than hope.

Bachi Karkaria is a renowned journalist, author and Times of India columnist. She was the first Indian board member of the World Editors Forum and is director of The Times Litfest
*
'Mumbai está à beira da implosão "
Moradores da megacidade sobrecarregados e poluído são mantidos como reféns por um nexo político-builder que permite que "desenvolvimento" galopante para alimentar a sua descida ao inferno urbano
A equipe da Guarda Cidades está transmitindo ao vivo a partir de Mumbai toda esta semana - acompanhar as últimas em nosso blog ao vivo

Ela costumava ser peça de mostruário urbana da Índia. Hoje, o seu cetro e coroa caíram para baixo e, em uma fase de destruição cínico que aparece como "desenvolvimento", Mumbai tornou-se uma metáfora para a deterioração urbana.

Considere estas estatísticas. Lixo pode ser o seu Monte Vesúvio. Cerca de 7.000 toneladas de lixo é vomitada a cada dia. Lixeiras são sufocados, ainda não há separação ou reciclagem, determinada pelo governo.

Cerca de 7,5 milhões de passageiros empinar-se em trens locais todos os dias eo metro incipiente e monotrilho não são susceptíveis de fazer uma diferença perceptível em um futuro próximo.

Há 700.000 carros na estrada e as autoridades indiretamente incentivar a posse de veículos privados, acrescentando viadutos e vias expressas, em vez de construir ou acelerar sistemas de trânsito rápido de massa. O número de veículos privados cresceram 57% nos últimos oito anos, em comparação com um aumento de 23% em ônibus públicos.

Há cerca de 700 mil carros na estrada Mumbai causando poluição congestionamento, do ar e ruído incalculável. Seu número cresceu 57% nos últimos oito anos.

  Há cerca de 700 mil carros nas ruas de Mumbai, causando poluição congestionamento, do ar e ruído incalculável. Seu número cresceu 57% nos últimos oito anos. Foto: Rafiq Maqbool / AP
Os níveis de óxido nítrico e de óxido de azoto tóxicos repousar a 252 microgramas por metro cúbico (mcg / m3) mais do que três vezes o limite de segurança de 80 mcg / m3. Protestos contra a poluição sonora cair em saco roto.

Há menos de 0,03 hectares de espaço aberto por 1.000 pessoas. A norma global é quatro; Londres tem uma devassa

Há 12,7 milhões de pessoas se espremiam na 480 km quadrados que compreendem de hoje Greater Mumbai, que é 20.680 pessoas por quilômetro quadrado. Estamos oitava cidade mais populosa do mundo - e morrendo de vontade de prová-lo.

Como conseqüência, a cada sexta Mumbaikar vive em uma favela. O prémio em terra foi agravada pela Lei de controle de aluguel, de 1947, que não foi alterado até 1999. Muito pouco, muito tarde. Os preços dos imóveis são irreais. É mais barato comprar um apartamento em Manhattan do que em Malabar Hill, e você pode ter certeza de que os materiais de má qualidade vai enganam-lo em Mumbai.

Considerando-se que a habitação é a maior carência da cidade, é irônico que a construção desenfreada é, indiscutivelmente, o seu maior problema. Muitos vilões têm sido responsabilizados por descida de Mumbai no inferno urbano, de dons da máfia para migrantes empobrecidos, mas nas últimas três décadas, o principal culpado é o "nexo político-builder".

Em 2005, toda a cidade foi mantida refém por três dias. Em 26 de julho, suburbano Mumbai foi açoitado por 668 milímetros de chuva em apenas 12 horas. Pendulares não advertidas e crianças em ônibus escolares foram deixados de alta, mas não seca, como estradas e vias férreas desapareceu. Favelas e BMWs foi sob o dilúvio sem discernimento para a sua capacidade económica. Pode ter sido capital financeira do país, mas nas fotografias que se seguiram, swaggering Mumbai não parecia muito diferente de uma aldeia Bihar abandonados-monção.

Para este desastre humilhante, o dedo apontado para esse mesmo culpado: o desenvolvedor e seu facilitador, o político. Não havia nenhum lugar para a água da chuva para ir. Durante décadas, o exército de concreto tinha sido autorizado a comandar todos os espaços abertos, e invasões ilegais tinha feito o resto. Parques públicos, colinas verdejantes, salinas, compostos escolares, hortas particulares, praias, manguezais - nada foi poupado.

O ambiente construído em Mumbai tinha aumentado quatro vezes desde 1925 - e em seu ritmo mais rápido ao longo dos últimos 30 anos -, tudo ao custo da cobertura verde e zonas húmidas.

Cerca de 7,5 milhões de passageiros empinar-se em trens locais todos os dias.

  Cerca de 7,5 milhões de passageiros empinar-se em trens locais todos os dias. Fotografia: Indranil Mukherjee / AFP / Getty Images
O dilúvio 2005 trouxe à luz o fato pouco conhecido que Mumbai teve um rio. O Mithi tinha sido reduzida a pouco mais de um dreno bombástico, borbulhando com os putrefações de uma das maiores favelas da Ásia, Dharavi. Por que culpar seus habitantes desesperados quando as autoridades tinham construído uma pista de aeroporto e grande parte da nova área de negócios ostentoso do complexo Bandra Kurla sobre ele?

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Sobre este conteúdo
A inundação traumatizante foi um ponto de inflamação. Os cidadãos se levantaram contra todas as atrocidades cívicos amontoadas sobre eles. Por que eles devem sofrer tal brutal aguda e crônica quando Mumbai foi o maior contribuinte para a economia nacional? É responsável por 33% do imposto de renda, 20% das coleções especiais de consumo centrais, 6,16% do PIB (a maior contribuição individual na Índia), 25% da produção industrial, 40% do comércio exterior e de 70% das operações de capital.

Ativistas exigiu ela deve ser administrada separadamente sob um chefe executivo-like-chefe, em vez de políticos que desviados sua riqueza aos seus eleitores rurais. O comissário municipal deverá ser responsável perante os líderes sociais eleitos não, ilogicamente, ao chefe de estado ministro. Mas todo esse som e fúria recuou com as águas da inundação, e foi logo business as usual.

A guerra desigual entre especulação e sabedoria cívica estava em evidência ousado cerca de 20 anos antes que este grande dilúvio. Um tiro ansiosamente aguardado no braço se transformou em uma ferida que ainda apodrece. As fábricas de algodão, em que fama e fortuna original de Mumbai foram construídas, tinha sido morto pela greve prolongada, de 1982 (e negligência crônica por seus proprietários).

Depois de quase uma década de disputas legais, especialmente sobre direitos dos trabalhadores demitidos, foi decidido para reconstruir a terra extinta - um olho-popping 600 hectares no sul nobre e central de Bombaim. Espaços de lazer, habitação pública e da iniciativa privada foram cada um para obter uma quota de um terço da área total.

A vinte e sete andares residência pessoal da Reliance Industries Mukesh Ambani presidente é nomeado após uma Antilia, uma ilha mítica no Atlântico. Ele tem três almofadas de helicóptero, estacionamento subterrâneo para 160 carros e requer cerca de 600 funcionários para executar.

  A 27 andares residência pessoal da Reliance Industries Mukesh Ambani presidente é nomeado após Antilia, uma ilha mítica no Atlântico. Ele tem três almofadas de helicóptero, estacionamento subterrâneo para 160 carros e requer cerca de 600 funcionários para executar. Fotografia: Indranil Mukherjee / AFP / Getty
Mas em 1991, a regra de Controlo de Desenvolvimento pertinente 58 foi alterado unilateralmente pelo ministro-chefe, fazendo com que apenas as terras "aberto" nas usinas elegíveis para a divisão. Isso deixou a parte de leão para os proprietários, seus cúmplices construtor e, naturalmente, os políticos subservientes. A cidade tem um mero quinto de sua colheita desesperadamente necessário.

Em vez de o plano imaginativo, desenvolvimento integrado elaborado por Charles Correa, o arquiteto de renome Mumbai, a antiga fábrica de-hub de Lalbaug-Parel é um Cursinho sem alma de arranha-céus, carpetes shopping-to-mall e rosnou o tráfego entrando em confronto com os cortiços abrigando as famílias de trabalhadores despossuídos.

A oportunidade para a redenção de Mumbai foi obscenamente desperdiçados. O ganancioso "desenvolvimento", egoísta se agravou, em vez de aliviar, seus dois maiores dores de cabeça: o tráfego de habitação e.

Agora, um novo Phoenix deverá aumentar a partir dos 800 hectares de dockland decrépito ao longo costa oriental da cidade, novamente no auge sul. Será que a cidade finalmente conseguir seu espaço de lazer de salvamento e de habitação a preços acessíveis? Ou será que vai ser uma mais-apropriação de terras apressar sua morte por "desenvolvimento"?

Mumbai espera com mais cinismo do que esperança.

Bachi Karkaria é um renomado jornalista, escritor e colunista do Times of India. Ela foi a primeira membro do conselho indígena do Fórum Mundial de Editores e é diretor do The Times Litfest





HINDI Doenças

Let me show you some vocabulary of disease (रोग – Rog) in Hindi. The vocabulary on disease will come handy when you’ve to describe the health condition.
To help you to learn the vocabulary for the same, I have made an extensive word list. English and their translation into Hindi (in Devanagari script) is given along with their pronunciations in Hindi. Hope you’ll learn many new words in Hindi with this post.
EnglishHindiRomanized Hindi
ApoplexyमिरगीMiragi
Asthmaअस्थमाAsthamaa
CancerकैंसरKainsara
CarbuncleमसाMasaa
CataractमोतियाबिंदMotiyābinda
CholeraहैजाHaija
ColdठंडाThand
Cold feverशीत ज्वरSit Jvar
Comaअचेतन अवस्थाAchetan Avastha
Constipationकब्जKabj
CoughखांसीKhansi
Diuresisमूत्राधिक्यMutraadhikya
DiabetesमधुमेहMadhumeha
DiarrhoeaअतिसारAtisaar
DropsyजलोदरJalodara
DysenteryपेचिशPechish
DyspepsiaअपचApach
Eczemaविचर्चिकाVichrchika
Elephantiasisफ़ीलपाँवFilapanv
EpilepsyमिरगीMiragi
Erysipelasविसर्पVisarp
Feverज्वरJvar
Fistulaनालव्रणNalavrana
Headacheसिरदर्दSardard
Heart diseaseहृद्‍रोगHrdiy Rog
Haemorrhoidsअर्शArsh
HerpesदादDaad
Herniaवर्ध्मVadhrm
HiccoughहिचकीHichaki
Influenzaश्‍लैष्मिक ज्‍वरShlesamik Jvar
ItchखुजलीKhujali
JaundiceपीलियाPiliya
Leprosyकुष्ठKusṭha
Leucodermaश्वित्रLukoderma
LumbagoकटिवातLumbego
MalariaमलेरियाMaleriya
MeaslesखसराKhasara
Migraineमाइग्रेनMaigren
Mumpsकण्ठमाला का रोगKanthmaala Ka Rog
Myopiaनिकट दृष्टिNikata Drsti
NauseaमतलीMatali
Night BlindnessरतौंधीRatondhi
Paralysisपक्षाघातPakṣaghata
PneumoniaनिमोनियाNimoniya
PilesबवासीरBavaasir
PlagueमहामारीPlega
Pyrexiaज्वरPyrexia
Pyrosisअम्लपित्तAmlapitt
RheumatismगठियाGathiya
Ricketsरिकेट्सRiketsa
RingwormदादDaad
Sciaticaकटिस्नायुशूलKaṭisnayusul
ScrofulaकंठमालाKaṇṭhamala
Small poxचेचकChechak
SprainमोचMoch
Thrombosisघनास्त्रताGhanastrata
Tuberculosisक्षय रोगKsaya Rog
VacciniaचेचकChechak
WhitlowबिसहरीBisahari
Whooping Coughकाली-खांसीKaali – Khansi

domingo, 23 de novembro de 2014

Getting to know India - Facts That You Did not Know

India, like Brazil, is a country that currently stands in the economic and file000132701536político areas. But one fact about India was always aware of everyone, it is a very culturally rich country, and customs and religions "exotic". Currently it is common to see Indians standing out all over the world, and as artists, scientists or businessmen, but always brilliantly. Always remember in India by saris, turbans and of course, the smells and colors of spices. Being the world's second largest population, the seventh largest country in the world, and the 11th economy in the world, surpassing several European countries, this is a very interesting country and causing curiosity. Let's talk then some facts to enrich their knowledge of this country, and of course, to entice you to visit:

religions

In India there are more than 6 religions
India is a country where people and their customs are strongly linked their religious beliefs. Despite what we see in movies and novels, Hinduism, religion imposing a caste system and women's clothing, it is not the only religion.

There are 6 major religions in the country, in addition to Hinduism, there is also Christianity, Islam, Jainism, Buddhism and Sikhism. The most interesting is that despite some strong differences between them, all enjoying the similarities to live in peace.

Number of overseas Indians

With a population of over 1 billion people, India can be classified as an extremely populous and populous country, and has an HDI of only 0.554, which is considered average. Seeking better living conditions, study and work, many Indians migrate to other countries, it is estimated that in 2011 in the US alone, there were more than 1 million Indians. So it is common when we travel we see trades touched by Indians as well as many Indian food restaurants.


Several of the most important old and new inventions were made in India. The Indian civilization has always been very wise, the main and best-known creations are the old chess, ludo (board game), the shampoo, the system of dyeing cotton, the figure 0 (zero), among others. In the modern world, not only media devices, such as Orkut and Hotmail, but also incalculable scientific discoveries, with the discovery of water on luna, and inventions like the Pentium chip, used in computers, and the complex hydraulic engineering. It is no wonder that 38% of American doctors are actually Indian.

nuke

Despite appearances, India does not live in harmony with its neighbors, especially Pakistan, a country that was formerly part of India and separated by religious differences. Both struggle to this day for a territory called Kashmir. This rivalry has made India invest in heavy armaments, and so fearful, nuclear bomb. In addition to carrying about 90 nuclear warheads (a small number compared to the other) India is not part of the treaty which would commit to reduce their numbers.

languages

India is the country with the largest number of English speakers in the world!
Due to its size and diverse culture, in India there are 1,652 dialects, 22 recognized languages, and the officers Hindi and English. The most interesting fact is that due to the economic importance of English, many Indians dominate that language, and due to its large population India has become the country with the largest number of English speakers WORLD!
*
A Índia, assim como o Brasil, é um país que atualmente se destaca nos âmbitos econômico e file000132701536político. Mas um fato sobre a Índia sempre foi de conhecimento do mundo todo, que se trata de um país muito rico culturalmente, e de costumes e religiões “exóticos”. Atualmente é comum vermos indianos se destacando pelo mundo todo, sendo como artistas, cientistas ou homens de negócios, mas sempre de maneira brilhante. Sempre nos lembrarmos da Índia pelos sáris, turbantes e é claro, os cheiros e cores das especiarias. Sendo a segunda maior população mundial ,o sétimo maior país do mundo, e a 11ª economia do mundo, ultrapassando diversos países da Europa, se trata de um país muito interessante e que causa curiosidade. Vamos falar então de alguns fatos para enriquecer seu conhecimento sobre esse país, e é claro, dar vontade de visitar:

Religiões

Na Índia existem mais de 6 religiões
A Índia é um país onde a população e seus costumes estão fortemente ligados as suas crenças religiosas. Apesar do que vemos nos filmes e novelas, o hinduísmo, religião que impõem um sistema de castas e vestimentas femininas, não se trata da única religião.

Existem 6 grandes religiões no país, além do hinduísmo, existe também o cristianismo, islamismo, jainismo, budismo e sikhismo. O mais interessante, é que apesar de algumas fortes diferenças entre as mesmas, todos aproveitam as semelhanças para viver em paz.

Número de indianos no exterior

Com uma população de mais de 1 bilhão de habitantes, a Índia pode ser classificada como um país extremamente populoso e povoado, e possui um IDH de apenas 0,554, que é considerado médio. Buscando melhores condições de vida, estudo e trabalho, muitos indianos migram para outros países, estima-se que em 2011, somente nos EUA, houvesse mais de 1 milhão de indianos. Por isso é comum quando viajamos vermos comércios tocados por indianos, assim como muitos restaurantes de comida indiana.


Diversas das mais importantes invenções antigas e atuais surgiram na Índia. A civilização indiana sempre foi muito sábia, as principais e mais conhecidas criações antigas são o xadrez, o ludo (jogo de tabuleiro), o shampoo, o sistema de tingir algodão, o algarismo 0 (zero), entre outras. No mundo moderno, não somente dispositivos de mídia, como o Orkut eo Hotmail , mas também descobertas cientificas incalculáveis, com a descoberta de água na luna, e invenções como o chip de Pentium, usado em computadores, e a engenharia hidráulica complexa. Não é por menos que 38% dos doutores americanos são na verdade indianos.

Bomba Nuclear

Apesar das aparências, a Índia não vive em harmonia com seus vizinhos, principalmente o Paquistão, país que anteriormente fazia parte da Índia e que se separou por diferenças religiosas. Ambos lutam até os dias de hoje por um território que se chama Caxemira. Essa rivalidade fez com que a Índia investisse pesado em armamentos bélicos, e na tão temerosa, bomba nuclear. Além de portar cerca de 90 ogivas nucleares (um número pequeno em comparação aos demais) a Índia não faz parte do tratado onde se comprometeria a reduzir esse número.

Línguas

A índia é o país com o maior número de falantes da língua inglesa do mundo!
Devido a seu tamanho e cultura diversa, na Índia existem 1.652 dialetos, 22 línguas reconhecidas, sendo as oficiais o Híndi e o Inglês. O fato mais interessante é que devido à importância econômica do inglês, muitos indianos dominam esse idioma, e devido a sua grande população a Índia passou a ser o país com o maior número de falantes da língua inglesa DO MUNDO!


Getting to know India - Facts That You Did not Know

A Índia, assim como o Brasil, é um país que atualmente se destaca nos âmbitos econômico e file000132701536político. Mas um fato sobre a Índia sempre foi de conhecimento do mundo todo, que se trata de um país muito rico culturalmente, e de costumes e religiões “exóticos”. Atualmente é comum vermos indianos se destacando pelo mundo todo, sendo como artistas, cientistas ou homens de negócios, mas sempre de maneira brilhante. Sempre nos lembrarmos da Índia pelos sáris, turbantes e é claro, os cheiros e cores das especiarias. Sendo a segunda maior população mundial ,o sétimo maior país do mundo, e a 11ª economia do mundo, ultrapassando diversos países da Europa, se trata de um país muito interessante e que causa curiosidade. Vamos falar então de alguns fatos para enriquecer seu conhecimento sobre esse país, e é claro, dar vontade de visitar:
Religiões
Na Índia existem mais de 6 religiões
A Índia é um país onde a população e seus costumes estão fortemente ligados as suas crenças religiosas. Apesar do que vemos nos filmes e novelas, o hinduísmo, religião que impõem um sistema de castas e vestimentas femininas, não se trata da única religião.
file0002085511801
Existem 6 grandes religiões no país, além do hinduísmo, existe também o cristianismo, islamismo, jainismo, budismo e sikhismo. O mais interessante, é que apesar de algumas fortes diferenças entre as mesmas, todos aproveitam as semelhanças para viver em paz.
Número de indianos no exterior
Com uma população de mais de 1 bilhão de habitantes, a Índia pode ser classificada como um país extremamente populoso e povoado, e possui um IDH de apenas 0,554, que é considerado médio. Buscando melhores condições de vida, estudo e trabalho, muitos indianos migram para outros países, estima-se que em 2011, somente nos EUA, houvesse mais de 1 milhão de indianos. Por isso é comum quando viajamos vermos comércios tocados por indianos, assim como muitos restaurantes de comida indiana.
Fonte de criações
file0002082600652
Diversas das mais importantes invenções antigas e atuais surgiram na Índia. A civilização indiana sempre foi muito sábia, as principais e mais conhecidas criações antigas são o xadrez, o ludo (jogo de tabuleiro), o shampoo, o sistema de tingir algodão, o algarismo 0 (zero), entre outras. No mundo moderno, não somente dispositivos de mídia, como o Orkut eo Hotmail , mas também descobertas cientificas incalculáveis, com a descoberta de água na luna, e invenções como o chip de Pentium, usado em computadores, e a engenharia hidráulica complexa. Não é por menos que 38% dos doutores americanos são na verdade indianos.
Bomba Nuclear
Apesar das aparências, a Índia não vive em harmonia com seus vizinhos, principalmente o Paquistão, país que anteriormente fazia parte da Índia e que se separou por diferenças religiosas. Ambos lutam até os dias de hoje por um território que se chama Caxemira. Essa rivalidade fez com que a Índia investisse pesado em armamentos bélicos, e na tão temerosa, bomba nuclear. Além de portar cerca de 90 ogivas nucleares (um número pequeno em comparação aos demais) a Índia não faz parte do tratado onde se comprometeria a reduzir esse número.
file000131853894
Línguas
A índia é o país com o maior número de falantes da língua inglesa do mundo!
Devido a seu tamanho e cultura diversa, na Índia existem 1.652 dialetos, 22 línguas reconhecidas, sendo as oficiais o Híndi e o Inglês. O fato mais interessante é que devido à importância econômica do inglês, muitos indianos dominam esse idioma, e devido a sua grande população a Índia passou a ser o país com o maior número de falantes da língua inglesa DO MUNDO!

DESAPEGUE-SE

DESAPEGUE-SE

Não se esforce para esquecer o passado, as experiências vividas, o que se vive e viveu integra-se na consciência, na luz do amor incondicional, desapegue-se da dor, das delicias vividas, do amor compartilhado, do amor não retribuido, das posses perdidas, do amor perdido ou que partiu. Respeite tudo o que viveu, sentiu, compartilhou... mas desapegue-se desse passado, ele pode ser uma doce saudade, um grande aprendizado, uma intensa sabedoria, um imenso amor, mas já foi. Viva o presente, o novo, o agora.

O que se vive, se viveu não se esquece , pode até falhar a memoria, a mente pode se negar a manisfestar as lembranças mas nada é esquecido. Só precisamos integrar todas as vivências à luz do amor, sem apego, integração total ao amor incondicional, despertando a consciencia com sabedoria.
Deva Shabdam

*
Let go

Do not struggle to forget the past, experiences, what we live and lived is part of the consciousness in the light of unconditional love, disengage pain, of lived delights, shared love, love unrequited, of lost possessions, the lost or left love. Respect all that lived, felt, shared ... but detach themselves from this past, it can be a sweet longing, a great learning experience, an intense wisdom, immense love, but once was. Long live the present, the new, now.

What we live, if we lived do not forget, you can even fail the memory, the mind can deny manisfestar memories but nothing is forgotten. We just need to integrate all the experiences in the light of love, without attachment, full integration to unconditional love, awakening the consciousness wisely.
Deva Shabdam