A ALEGRIA INVADIU MINHA ALMA

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Big Meu Lindo.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Campanha alerta para preservação do Rio São Francisco

por Redação EcoD
237 300x183 Campanha alerta para preservação do Rio São Francisco
Barragem de Itaparica, entre a Bahia e Pernambuco. Foto: Divulgação/Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco
Alertar o Poder Público sobre a importância de revitalizar o Rio São Francisco e focar em um planejamento em médio e longo prazo para o “Velho Chico”. Estes são os principais objetivos da campanha “Eu viro carranca pra defender o Velho Chico”, lançada na terça-feira, 3 de junho.
A iniciativa foi criada pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco no Dia Nacional em Defesa do Velho Chico. Para o presidente da entidade, Anivaldo Miranda, “a campanha é urgente em uma época de mudanças climáticas, quando temos que aprofundar, intensificar e organizar melhor a gestão de recursos hídricos”.
Segundo ele, uma das grandes batalhas enfrentadas pelo Rio São Francisco é demostrar para o Estado que sua revitalização deve ser vista como parte de um projeto estratégico para o presente e o futuro. “A população não deixa de crescer, as atividades econômicas se multiplicam, o clima torna essa região mais problemática. Ou nós mudamos nossa cultura, ou nós vamos evidentemente observar a intensificação dos conflitos.”
Miranda aponta os vários projetos de uso de recursos hídricos da Bacia do São Francisco, como o corredor multimodal, o projeto da transposição, a expansão dos perímetros irrigados e os canais estaduais. “São projetos que o Poder Público municipal, estadual e federal realiza sem se perguntar até onde vai a capacidade da bacia para atender a todos. Para que os projetos se realizem, precisa ter vazão garantida.”
Situação crítica
O presidente do comitê alerta também para a situação crítica que vive o rio pela estiagem prolongada – a pior em 50 anos, agravada pela redução da vazão nos reservatórios. Para Miranda, a situação é desafiadora. “Desde 2001, está sendo praticada a redução de vazão para atender às hidrelétricas. Eles usam esse recurso que tem um custo ambiental, social e econômico para os demais usuários da água e as hidrelétricas não se manifestam sobre a devida compensação financeira que devem fazer.”
Ele cita também as outorgas dadas pelos estados em rios afluentes da bacia. “Muitos estados ainda não fizeram um trabalho consistente de elaborar seus planos diretores de bacia, mas estão dando outorgas. Fazer isso sem saber a condição do aquífero é como dar um cheque em branco, e o sistema de outorgas é uma farra de cheques em branco, então é preciso fazer essa revisão.”
O presidente do comitê propõe a articulação do chamado Pacto das Águas, por meio do qual se estabeleceria a gestão articulada dos recursos da bacia hidrográfica.
* Publicado originalmente no site EcoD.
(EcoD) 

PROTEJA OS ANIMAIS * PROTECT ANIMALS

Aquele que quer fazer algo encontra um meio, aquele que não quer arranja desculpa. Portanto quem ama e respeita os animais que são nosso próximo encontra meios de ajuda-los, começando por não ser conveniente com sua
exploração para consumo, pois quem respeita de verdade sabe que os animais são seres sencientes e amigos não comida e precisam de nossa proteção!

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He who wants to do something finds a way, those who will not arrange excuse. So who loves and respects animals that are our neighbors find ways to help them, starting by not being convenient with its
farm to consumer, because who really knows respect that animals are sentient beings and friends not food and need our protection!

terça-feira, 3 de junho de 2014

Meio Ambiente

“Plantando o Futuro” é o tema da Semana do Meio Ambiente .O evento será realizado de 4 a 8 de junho e terá diversas atividades
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"Planting the Future" is the theme of Environment Week. The event will be held from 4 to 8 June and will have several activities

A NATUREZA FALA

"É triste pensar que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve". - Victor Hugo
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"It's sad to think that nature speaks and mankind does not listen." - Victor Hugo

Sajjangad Fort em Satara, Maharashtra Índia ~

A lovely scenic greenary around Sajjangad Fort in Satara, Maharashtra ~ India
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Uma bela vegetação cênica em torno Sajjangad Fort em Satara, Maharashtra Índia ~

PRESERVE

O que vai demorar para na perceber que nós somos um com a natureza, e nós estamos destruindo a mesmos? bit.ly/1u5YYk9
What will it take for us to realise that we are one with nature, and we're destroying ourselves? bit.ly/1u5YYk9

segunda-feira, 2 de junho de 2014

A desigualdade está na moda

por Diana Cariboni, da IPS
2 A desigualdade está na moda
Distribuição de renda na América Latina: os 20% mais ricos da população retêm 47% da renda da região; os 20% mais pobres da população recebem 5%; a renda anual dos 113 latino-americanos mais ricos pagaria o orçamento de El Salvador, Guatemala e Nicarágua; poderia tirar da pobreza 25 milhões de pessoas.
Fontes: Cepal e Oxfam

Montevidéu, Uruguai, 2/6/2014 – As muito contemporâneas novelas medievais do galês Ken Follett transportam a um tempo em que os ricos tinham tudo e os pobres não tinham nem a si mesmos. Essas histórias ambientadas nos séculos 12, 13 e 14 reconfortam de certo modo o leitor contemporâneo, rodeado de comodidades, liberdades e garantias. A marca daquela época era a pobreza. Com diz o próprio Follett, “o príncipe mais rico vivia pior do que, digamos, um recluso em uma prisão moderna”.
Pobreza e desigualdade não são a mesma coisa, mas reforçam uma à outra. Na pobre Idade Média a desigualdade era terrível: entre a plebe despossuída e os príncipes, senhores e membros poderosos do clero havia um vazio social e econômico que levou séculos preencher.
A sociedade do século 21 vive sob o signo da opulência. Mas o problema é que os ricos estão ficando cada vez mais ricos, em todo o mundo, e os exércitos de pobres saem do fosso com muita lentidão e ficam muito perto da borda e com um pé no vazio.
Na Índia, onde vivem 1,2 bilhão de pessoas, os bilionários se multiplicaram por dez na última década. Em 2001, possuíam 1,8% da riqueza nacional e em 2008 já tinham em suas mãos 26%, indica a organização internacional para o desenvolvimento Oxfam. Por outro lado, a superação da pobreza extrema nesse país é muito lenta: em 1981 havia 429 milhões de indigentes e em 2010 eram 400 milhões, segundo o Banco Mundial.
A desigualdade aumenta em todo o mundo, alertam instituições representativas tanto do pensamento liberal e desregulador quanto o Fundo Monetário Internacional e o Fórum Econômico Mundial (FEM). Segundo o banco Credit Suisse, 10% da população mundial possui 86% de todas as riquezas, enquanto os 70% mais pobres (mais de três bilhões de pessoas) contam com apenas 3%.
Nas pesquisas com as elites mundiais sobre riscos globais que o FEM realiza ressalta-se a iniquidade de renda como um dos principais perigos emergentes.
2 A desigualdade está na moda
Desde 2012 a desigualdade de renda lidera as pesquisas dos cinco riscos globais mais prováveis. Em 2014 já é considerado o quarto maior perigo global. Fontes: Fórum Econômico Mundial

Estaremos voltando à Idade Média?
Isso parece impossível. As classes médias, ou os “não pobres”, continuam aumentando, sobretudo nos grandes países do mundo em desenvolvimento.
A extrema pobreza diminuiu drasticamente desde a década de 1980 em todo o mundo. Em 1981, mais da metade da população dos países em desenvolvimento era indigente. Em 2010, essa proporção caiu para 21%, segundo o Banco Mundial. Mas as brechas de riqueza e renda aumentam, também em lugares onde as classes médias estão bem assentadas, como Europa e Estados Unidos.
21 A desigualdade está na moda
1950: Um diretor-executivo dos Estados Unidos ganhava 20 vezes mais do que o trabalhador médio. 1980: Um diretor-executivo dos Estados Unidos ganhava 42 vezes mais do que o trabalhador médio. 2013: Cada diretor-executivo das 350 maiores empresas dos Estados Unidos ganha 331 vezes mais do que o trabalhador médio. Fontes: AFL-CIO’s 2014 Executive PayWatch e Sarah Anderson, Institute for Policy

Vários analistas vinculam essas maciças saídas da pobreza e a percepção pública crescente da desigualdade com a erupção de descontentamentos sociais mais ou menos difusos em países tão distintos como Turquia, Brasil ou Chile.
A desigualdade reaparece com força no século 21, como um fenômeno com novas facetas que acompanha o capitalismo globalizado. Nesse cenário, a América Latina se apresenta como uma anomalia: continua sendo a região mais desigual do mundo, mas é a única que começou a reduzir a brecha nos últimos anos.
Em torno da desigualdade se reuniram nos dias 22 e 23 deste mês em Santiago 23 jornalistas de Chile, Argentina, Bolívia, Brasil e Uruguai, convidados pela agência internacional de notícias IPS, com apoio do Ministério das Relações Exteriores da Noruega.
O seminário Outras Caras da Desigualdade: Iniquidade, Corrupção e Economia Informal na América Latina teve o propósito de estimular os jornalistas a informar sobre os núcleos duros do problema, como debilidade tributária, evasão e peso do trabalho informal ou precário.
Especialistas das Nações Unidas e do mundo acadêmico, ativistas pela transparência, pesquisadores e dirigentes sociais e estudantis expuseram dados, números e opiniões como disparadores do debate. Nessa fonte de informação apareceram assuntos opacos que poderiam explicar o descontentamento social na economia mais sólida e de sucesso da América Latina: Chile.
Por exemplo, a evasão do imposto de renda é de 46% no segmento mais rico da população. E as ilhas Caiman e Virgens Britânicas, dois tradicionais paraísos fiscais, estão entre os principais países de origem do investimento estrangeiro direto no Chile.
A pobreza latino-americana diminuiu 27,9% em 2013. Em 1990 havia chegado a 48,5%. E a indigência está em um mínimo histórico de 11,5%, pontuou Martín Hopenhayn, diretor da Divisão de Desenvolvimento Social da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Mas há sinais de paralisação nesses setores. E não se progride na estrutura produtiva nem nos êxitos educacionais que “constituem uma causa estrutural da desigualdade”, afirmou.
Além disso, a região arrecadou pouco e mal, com renda tributária direta que constitui apenas 4,4% do produto interno bruto regional, contra 8% dos indiretos, que castigam de maneira desproporcional os pobres. Esse é um detalhe fundamental, segundo Hopenhayn, porque a capacidade fiscal pode corrigir “as dinâmicas que causam a desigualdade do mercado”.
Mas, com todas suas limitações, a experiência da América Latina parece ser inspiradora. “Nos dá a esperança de que a tendência mundial da desigualdade é reversível”, afirma a Oxfam. É a região do mundo onde a renda fiscal cresceu em maior velocidade nos últimos anos, e esse crescimento se traduziu em gasto social para abater a injustiça.
Entre 2000 e 2011, a desigualdade caiu em 14 de 17 países estudados, e cerca de 50 milhões de pessoas subiram para a classe média. Por isso, pela primeira vez na história, há mais população nos setores médios do que na pobreza, segundo o Banco Mundial, embora muitos ainda tenham um pé no vazio.
Depois de tanto tempo ganhando campeonatos de injustiça, a América Latina pode ser a região do mundo onde a igualdade marque uma tendência. Outras mudanças indicarão se é apenas uma moda passageira. Envolverde/IPS
(IPS) 

Tatu em extinção reaparece nos campos do Mundial da Fifa

por Fabiana Frayssinet*
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Dois exemplares de tatu-bola, um deles enrolado em si mesmo. Foto: Acervo Associação Caatinga
Rio de Janeiro, Brasil, 2 de junho de 2014 (Terramérica).- O mascote do Mundial da Fifa 2014 se inspirou no tatu-bola, uma espécie que pode fechar seu corpo como uma bola e que está ameaçado de extinção na região semiárida do Brasil, país sede desse torneio. A ideia nasceu em 2012 com uma campanha nas redes sociais da ecologista Associação Caatinga, que propunha o tatu-bola (Tolypeutes tricintctus) como mascote do campeonato, que acontecerá de 12 de junho a 13 de julho em 12 cidades brasileiras.
A Fifa (Federação Internacional de Futebol Associado) aceitou e batizou o mascote com o nome de Fuleco, derivado das palavras “futebol” e “ecologia”. “Trata-se de uma espécie exclusivamente brasileira, ameaçada de extinção”, disse ao Terramérica o secretário-executivo da Associação Caatinga, Rodrigo Castro. “Vive em um ecossistema pouco conhecido e protegido (a Caatinga) e tem a incrível capacidade de se fechar como um bola quando se sente ameaçado, devido à sua carcaça flexível”, explicou.
A Caatinga é o bioma semiárido do Nordeste brasileiro e cobre cerca de 10% do território nacional, entre 700 mil e um milhão de quilômetros quadrados. O Fuleco se multiplicou em milhões de bonecos e outros produtos com sua imagem comercializada pela Fifa – gerando também milhões de dólares em ganhos – exatamente ao contrário do pequeno animal, cada vez mais raro em seu habitat.
Na lista mundial de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), o tatu-bola está passando da categoria “vulnerável” para a “em perigo”. Isso “significa que, se nada for feito, o animal poderá ficar extinto nos próximos 50 anos”, disse ao Terramérica a bióloga e veterinária Flávia Miranda, do Projeto Tamanduá.
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Um tatu enrolado em sua armadura pode caber na mão de uma pessoa. Foto: Marco A. Freitas
O Tolypeutes tricinctus é uma das duas espécies de tatu com a faculdade de se enrolar formando uma bola. A outra é o Toypeutes matacus, presente em vários países sul-americanos. O tatu-bola pode medir até 45 centímetros e pesar um quilo e meio. Sua armadura é composta por três camadas térmicas ossificadas. Alimenta-se principalmente de insetos. Estima-se que tenham desaparecido 30% de sua população original. “Calculamos que perdeu 50% de seu habitat nos últimos 15 anos”, destacou Miranda, também consultora da Associação Caatinga.
A redução do habitat é a principal razão do perigo de extinção, afirmou Castro, causada pelo desmatamento da Caatinga e do Cerrado, a vizinha ecorregião de savana tropical que o tatu-bola também habita. Mas não se pode ignorar a caça. “Trata-se de uma prática cultural e tradicional de comunidades rurais”, acrescentou. “Todos apreciam sua carne. Inclusive muitos o matam para vendê-lo porque custa cerca de R$ 50 (cerca de US$ 23) o quilo”.
Às vésperas do Mundial, o Ministério do Meio Ambiente lançou um Plano de Ação Nacional para a Conservação do Tatu-Bola, de cinco anos, elaborado com a Associação Caatinga. Trata-se de um compromisso público com a preservação da espécie. “Vamos trabalhar associados a universidades e organismos públicos e privados para reduzir o desmatamento e a caça”, detalhou Miranda.
O plano estimulará também a criação de unidades de conservação e de reflorestamento. Ugo Eichler Vercillo, coordenador geral do governamental Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, disse ao Terramérica que o plano permitirá criar uma “força-tarefa” para combater a caça. Também serão promovidas ações para compensar a perda de recursos das comunidades pobres que caçam o animal para subsistência, graças às proteínas de sua carne.
Entre outras iniciativas, receberão a Bolsa Verde, uma ajuda mensal de R$ 100, além de benefícios de outros programas sociais e de transferência de renda para setores em extrema pobreza. São “populações que vivem do que coletam, plantam e caçam” em lugares como o interior de Bahia, Pernambuco, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, explicou Vercillo. Esses habitantes de poucos recursos em áreas de difícil acesso cobiçam o tatu-bola “por não terem outra fonte de proteína”, acrescentou.
Em 2013, a Associação Caatinga, a UICN e a The Nature Conservancy puseram em marcha o programa Eu Protejo o Tatu-Bola, destinado a reduzir o risco de extinção. “Nosso projeto, estimado em dez anos, mapeará as áreas de presença natural e histórica e coletaremos dados de ameaças para trabalhar sobre eles”, contou Miranda.
Colocar a rolar o tatu-bola nos campos do Mundial busca convertê-lo “em uma espécie de símbolo da preservação da Caatinga, e de outras espécies da fauna e da flora que habitam”, afirmou Miranda. A Fifa adotou o tatu-bola como mascote por considerar que ajudará a “aumentar a conscientização no país sobre a vulnerabilidade” da espécie.
Porém, Castro espera algo mais da Fifa. “Nossa pergunta à Fifa é simples: o tatu-bola deu vida ao Fuleco, mas o Fuleco nada está fazendo pelo tatu-bola. Por que?”. Envolverde/Terramérica
* A autora é correspondente da IPS.
Artigos relacionados da IPS
Artigo produzido para o Terramérica, projeto de comunicação apoiado pelo Banco Mundial Latin America and Caribbean, realizado pela Inter Press Service (IPS) e distribuído pela Agência 

Plantas brasileiras podem ajudar a enfrentar impactos das mudanças climáticas

por Redação EcoD
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Flor do pequizeiro no Cerrado mineiro: planta é resiliente às mudanças climáticas. Foto: FernandoPaoliello
A seriguela e o umbuzeiro, árvores comuns do Semiárido nordestino, e a sucupira-preta, do Cerrado, fazem parte de um grupo de plantas brasileiras que poderão desempenhar um papel importante para a agricultura no enfrentamento das consequências das mudanças climáticas. Elas estão entre as espécies do país com grande capacidade adaptativa, tolerantes à escassez hídrica e a temperaturas elevadas.
De acordo com Eduardo Assad, pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa Tecnológica em Informática para a Agricultura (CNPTIA) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o estudo do genoma dessas espécies pode ajudar a tornar culturas como soja, milho, arroz e feijão tão resistentes quanto elas aos extremos climáticos. Assad foi um dos palestrantes no quarto encontro do Ciclo de Conferências 2014 do programa Biota-Fapesp Educação, realizado no dia 22 de maio, em São Paulo.
“O Cerrado já foi muito mais quente e seco e árvores como pau-terra, pequi e faveiro, além da sucupira-preta, sobreviveram. Precisamos estudar o genoma dessas árvores, identificar e isolar os genes que as tornam tão adaptáveis. Isso pode significar, um dia, a chance de melhorar geneticamente culturas como soja e milho, tornando-as igualmente resistentes”, explicou. “Não é fácil, mas precisamos começar.”
Assad destaca que o Brasil é líder em espécies resistentes. “O maior armazém do mundo de genes tolerantes ao aquecimento global está aqui, no Cerrado e no Semiárido Nordestino”, ressaltou em sua palestra O impacto potencial das mudanças climáticas na agricultura.
Os modelos de pesquisa realizados pela Embrapa, muitos deles feitos em colaboração com instituições de outros 40 países, apontam que a redução de produtividade de culturas como milho, soja e arroz decorrente das mudanças climáticas deve se acentuar nas próximas décadas. “Isso vale para as variedades genéticas atuais. Uma das soluções é buscar genes alternativos para trabalhar com melhoramento”, sugeriu Assad.
Investir localmente
Outras plantas do Cerrado com grande capacidade adaptativa lembradas pelo pesquisador são a árvore pacari e os frutos do baru e da cagaita. No Semiárido Nordestino, árvores como a seriguela, o umbuzeiro e a cajazeira foram apontadas como opções importantes não só para estudos genéticos como também para programas voltados à geração de renda pela população local.
“Em vez de produzir culturas exóticas à região, é preciso investir naquelas que já fazem parte da biodiversidade nordestina e têm potencial de superar as consequências do aquecimento global”, adiantou Assad.
Soja e feijão resistentes
Para o melhoramento de espécies, de forma a que se tornem tolerantes ao estresse abiótico, a Embrapa planeja lançar, em 2015, uma soja resistente à deficiência hídrica, produzida a partir de um gene existente em uma planta do Japão. “Testamos essa variedade este ano, no Paraná, em um período sem chuvas. Ainda há estudos a serem feitos, mas ela está se saindo muito bem”, observou o pesquisador.
Assad também citou avanços empreendidos pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), que já lançou quatro cultivares de feijão com tolerância a temperaturas elevadas, além de pesquisas feitas no município de Varginha (MG) em busca de variáveis mais tolerantes para o café.
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Prejuízos e mudanças
Cálculos da Embrapa feitos com base na produtividade média da soja mostram que somente esse grão acumulou mais de US$ 8,4 bilhões em perdas relacionadas às mudanças climáticas no Brasil entre 2003 e 2013. Já a produção de milho perdeu mais de US$ 5,2 bilhões no mesmo período.
A área considerada de baixo risco para o cultivo do café arábica deve diminuir 9,45% até 2020, causando prejuízos de R$ 882 milhões, e 17,15% até 2050, elevando as perdas para R$ 1,6 bilhão, de acordo com análises feitas na Embrapa e na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
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Comum no Semiárido nordestino, a seriguela tem grande capacidade adaptativa, sendo tolerante à escassez hídrica e a temperaturas elevadas. Foto: .Krol.
Revisão do modelo
Diante dos prejuízos, outra solução apontada por Assad é a revisão do modelo produtivo agrícola. “A concentração de gases de efeito estufa na atmosfera aumentou mais de 20% nos últimos 30 anos, tornando indispensável a implantação de sistemas produtivos mais limpos”, declarou à Agência Fapesp.
“O Brasil é muito respeitado nesse tema, em especial porque reduziu o desmatamento na Amazônia e, ao mesmo tempo, ampliou a produtividade na Região Amazônica”, acrescentou o pesquisador.
Segundo Assad, isso abre canais de diálogo sobre a sustentabilidade na agricultura e sobre a adoção de estratégias como integração entre lavoura, pecuária e floresta, plantio direto na palha, uso de bactérias fixadoras de nitrogênio no solo, rochagem (uso de micro e macronutrientes para melhorar a fertilidade dos solos), aplicação de adubos organominerais, além do melhoramento genético.
“O confinamento do gado é outro ponto que está em discussão por pesquisadores e criadores em diversas partes do mundo. Ele pode resultar em menos emissão de gases de efeito estufa, mas torna o rebanho mais vulnerável à doença da vaca louca. Nesse caso, uma alternativa é a recuperação de pastos degradados”, afirmou Assad.
Estudos feitos na Embrapa Agrobiologia mostram que um quilo de carne produzido em pasto degradado emite mais de 32 quilos de CO2 equivalente por ano. Já em pasto recuperado a partir do que a agricultura de baixa emissão de carbono preconiza, a emissão por quilo de carne pode ser reduzida a três quilos de CO2 equivalente anuais.
“Isso mostra que ambientalistas, ruralistas, governo e setor privado precisam sentar e decidir o que fazer daqui em diante – qual sistema de produção adotar? Com ou sem pasto? Com ou sem árvores? Rotacionado ou não? São mudanças difíceis, de longo prazo, mas muitos agricultores já estão preocupados com essas questões, com os prejuízos que o aquecimento global pode trazer, e começam a buscar soluções”, concluiu Assad.
* Publicado originalmente no site EcoD.

Somos todos ambientalistas

por Heitor Scalambrini Costa*
19 Somos todos ambientalistasPersiste entre formadores de opinião, o uso pejorativo do termo “ambientalista”, visando depreciar os cidadãos que lutam pela causa ambiental, além de tentar esconder outras intenções, menos ingênuas, como fazer o jogo dos poderosos, dos poluidores, que têm seus interesses contrariados pela persistência daqueles que defendem a preservação do meio ambiente e das condições de vida no planeta.
Os últimos relatórios dos grupos de trabalho do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) mostram inquestionavelmente que a ação humana é a principal causa da elevação da temperatura média da Terra, ou aquecimento global. Mesmo assim, interesses poderosos das industrias de combustíveis fósseis e nucleares, da agroindústria, dentre outros, continuam a negar este fato, financiando campanhas que atacam aqueles que propõem mudanças no atual estilo de vida perdulário, no consumo e na produção de matérias primas e energia.
O crescimento sempre foi um objetivo da política econômica. Acreditava-se que o aumento da renda de um país fosse suficiente para proporcionar uma vida melhor a seus habitantes. Portanto, a partir de uma análise simplificada, geralmente utilizando o Produto Interno Bruto (PIB) como indicador base, bastava o anúncio de seu aumento, para que se aceitasse que os indicadores de bem estar o estavam acompanhando. Isto de fato não acontece.
Já há alguns anos, verificam-se os danos causados pela atividade econômica sobre o planeta. Em nome do crescimento a qualquer preço, tudo é permitido, inclusive a destruição do meio ambiente. São incontestes as evidencias de que não é mais possível crescer e enriquecer para melhorar a qualidade de vida da maioria da população. Ou seja, manter os padrões atuais de produção e consumo esbarra nos limites físicos do nosso planeta.
Estamos recebendo sinais de reação da Terra à quantidade excessiva de gases emitidos, que geram o denominado “efeito estufa”, em particular devido ao CO2 (dióxido de carbono), pelo uso massivo dos combustíveis fósseis. A Terra reage também ao desmatamento desenfreado das florestas para diferentes finalidades, ao desperdício e poluição das fontes de água doce, reduzindo assim sua disponibilidade pelo uso irracional desse bem fundamental para a vida.
O IPCC, através de seus relatórios e pareceres, traz conclusões científicas irrefutáveis sobre o aquecimento global, que provoca um aumento significativo na freqüência e na intensidade dos “desastres naturais”. A concentração de CO2 na tênue atmosfera que nos protege atingiu, em abril de 2014, 400 ppm (partes por milhão), superando o limite histórico. Valor emblemático, pois este é valor considerado pelos cientistas como limite para evitar os piores cenários do clima. Segundo o IPCC, acima de 400 ppm de CO2 a temperatura média do planeta poderá subir entre 2 a 5 graus centígrados até o final deste século, e isto poderá provocar a aceleração do degelo, tempestades mais violentas, graves impactos sobre a biodiversidade, com a inevitável extinção de espécies, e milhões de refugiados ambientais, os quais terão de buscar outros lugares para viver.
No entanto, mesmo com todas as catástrofes recentes, em todo o mundo, e com os claros alertas científicos do IPCC, continuamos sem dar a devida atenção ao maior desafio de nosso tempo: as mudanças climáticas. Elas estão entre nós e estão se acelerando.
Precisamos, pois, entender que todos os que lutam pela vida no planeta Terra – que lutam por um mundo melhor, por uma sociedade mais igualitária, e socialmente mais justa – são também, responsáveis pela preservação ambiental. Ou seja, com exceção daqueles que lutam apenas para manter os seus privilégios, somos todos ambientalistas!
* Heitor Scalambrini Costa é professor da Universidade Federal de Pernambuco.
(O autor) 

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EU AGRADEÇO

Quando você deixa de esperar demais, deixa de focar naquilo que sabe que não vai dar em nada , você então começará a viver, a sentir de imediato as coisas se movendo, não como você talvez gostaria que naquele momento fossem, mas começará a aceitar como elas devem ser. Se esqueça do que não merece ser lembrado, faça uma limpa geral em tudo aquilo que te tira as forças, as suas energias, não precisa de muito esforço para discernir quem e o que..., basta você reparar, o que te causa falta de humor, de animo, o que te fere, o que te paralisa e te traz confusão. Não viva com a sombra da frustração, não viva com a ingratidão do descontentamento. Se perca, se encontre e se perdoe, pois a vida voa, bem mais rápido do que o seu entender e num segundo tudo pode mudar. Encontre a paz, o equilíbrio e se mantenha nesse caminho. Não vale a pena a agonia, a impaciência, com o tempo você aprende que quem promete demais, fala demais e nada faz não quer nada pra valer com a própria vida. Desapegue da expectativa, se afaste do que te causa duvidas e você logo verá, o inesperado acontecer. Para o universo conspirar você precisa acreditar e relaxar. Ao invés de pedir, pedir e pedir, comece desde já a agradecer... Coisas boas irão te acontecer.


Duaa - shinghai ( Lyrics )

Plano para conservação de tatu-bola é aprovado

02 de Junho de 2014 • Atualizado às 09h00


O tatu-bola é o ilustre mascote da Copa de 2014, que tem início já na próxima semana. Entretanto, a espécie ameaçada de extinção apenas no fim do mês passado ganhou um projeto para sua preservação. Trata-se do Plano de Ação Nacional (PAN) firmado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
O plano foi aprovado no Dia Internacional da Biodiversidade, celebrado em 22 de maio, com o objetivo de reduzir o risco de extinção de duas espécies do gênero Tolypeutes, ordem a que pertence o tatu-bola, conhecidas como T. Tricinctus (tatu-bola-do-Nordeste) e T. Matacus (tatu-bola-do-Centro-Oeste).
Atualmente, o T. Tricinctus está classificado como "Em Perigo" e a meta é que ele desça para a categoria "Vulnerável". Essa espécie vive exclusivamente no Brasil, na caatinga ou cerrado, e está ameaçada de extinção. Já o T. Matacus habita o Pantanal e áreas vizinhas de cerrado, porém é mais comum em outros países.
“O Plano de Ação é uma ferramenta definida pelo governo brasileiro a partir do Programa Pró-Espécie. Ele soma a integração de esforços, identificação de lacunas e orientação para que a gente tenha um sucesso maior na conservação de espécies. É um pacto de ações entre diferentes parceiros e instituições", afirmou o Coordenador Geral de Manejo para Conservação do ICMBio(CGESP), Ugo Vercillo.
Batizado de tatu-bola, o nome refere-se à característica de se fechar completamente, formando uma bola, para se defender de predadores. A espécie já serviu até de inspiração para a criação de umveículo elétrico dobrável.
Redação CicloVivo

Greenpeace

Caro Rose,

Obrigado por adicionar o seu nome à nossa petição para salvar a Floresta Estadual Leard sendo demolida pela mineração gigante Whitehaven Coal .

Nós vamos entregar entregar o seu nome com milhares de outros ao Ministro NSW de Planejamento , Pru Goward , pedindo que ela use seus poderes para suspender imediatamente este trabalho destrutivo e seguir as regras já estabelecidas para projetos similares na região.

Quanto mais as pessoas que se juntam hoje, o mais provável é que para fazer uma diferença real. Você pode ajudar mais uma vez , trazendo seus amigos e entes queridos a bordo? Veja como:

1. Encaminhar o texto abaixo da linha pontilhada para seus amigos por e-mail

. 2 Compartilhe este link no Facebook: https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https://www.greenpeace.org.au/action/?cid=72&src=SHFB1

. 3 Tweet este : http://hrefshare.com/a459

Obrigado por fazer parte deste .

De todos na Greenpeace Australia Pacific

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Greenpeace lançou uma campanha de emergência para parar a gigante da mineração imprudente Whitehaven Coal do achatamento da antiga Leard Floresta Estadual , repleta de dezenas de espécies ameaçadas de extinção .

Isso está acontecendo porque nosso Governo do Estado - que anteriormente descrito Leard Floresta Estadual como " insubstituível " com "valores ecológicos únicos " - decidiu aconchegar com Big Carvão e do fast-track sua licença para arrasar a floresta. Estão matando inúmeros animais nativos no processo, toda a construção de uma mina de carvão monstro de novo .

Vamos construir uma petição de emergência hoje com o ministro do Planejamento, NSW recém-instalado - Pru Goward - pedindo-lhe para parar o massacre na Floresta Estadual Leard e permanecer fiel à sua palavra para salvar este habitat insubstituível.

Tome uma atitude : https://www.greenpeace.org.au/action/?cid=72&src=SHEM1

Obrigado.
*
Dear Rose,

Thanks for adding your name to our petition to save the Leard State Forest being bulldozed by mining giant Whitehaven Coal.

We'll hand deliver your name with thousands of others to NSW Minister for Planning, Pru Goward, asking she use her powers to immediately halt this destructive work and follow rules already set for similar projects in the region.

The more people that join in today, the more likely we are to make a real difference. Can you help once more by bringing your friends and loved ones on board? Here's how:

1. FORWARD the text below the dotted line to your friends by email

2. SHARE this link on Facebook: https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https://www.greenpeace.org.au/action/?cid=72&src=SHFB1

3. TWEET this: http://hrefshare.com/a459

Thanks for being part of this.

From everyone at Greenpeace Australia Pacific

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Greenpeace has launched an emergency campaign to stop reckless mining giant Whitehaven Coal from flattening the ancient Leard State Forest, filled with dozens of endangered and threatened species.

This is happening because our State Government - who previously described Leard State Forest as “irreplaceable” with “ecologically unique values” - has decided to cosy up with Big Coal and fast-track their licence to bulldoze the forest. They’re killing countless native animals in the process, all the build a monster-new coal mine.

Let’s build an emergency petition today to the newly installed NSW Planning Minister - Pru Goward - asking her to stop the carnage in the Leard State Forest and stay true to their word to save this irreplaceable habitat.

Take action: https://www.greenpeace.org.au/action/?cid=72&src=SHEM1

Thank you.

domingo, 1 de junho de 2014

Ganpati Pule, Maharashtra, India

Ganapatipulé (Marathi: गणपतीपुळे) is a small town located in Ratnagiri district on the Konkan coast of Maharashtra. The town of Chiplun is to its north.

Ganapatipule (Marathi: गणपतीपुळे) é uma pequena cidade localizada no distrito de Ratnagiri na costa Konkan de Maharashtra. A cidade de Chiplun é seu norte.





Origin of name
According to a local folk lore, the Hindu god, Ganapati, taking umbrage by a remark made by a native lady, moved to Pulé पुळे (a few km ahead of the town) from his original abode of Gulé. Thus the region was named Ganpati-pulé.

400 years old Ganpati image at Ganpatipule is said to have sprung up from the soil. This deity faces the West, so as to guard the western gates, unlike deities in other Indian temples who face the east. The temple is at the base of a hill, and pilgrims walk around (pradakshina) the hill as a mark of respect.

Geography and History


Ganpati temple
Ganapatipule is approximately 375 km. south of Mumbai, along the Konkan Coast. Ganapatipule is a very small town with about 100 houses, having one of the most spectacular beaches along the Konkan Coast – an idyllic getaway that attracts peace-seekers, beach lovers, and pilgrims alike. The temple of Swayambhu (self-originated) Ganesh is much frequented by thousands every year. The God is considered to be the Paschim Dwardevta (Western Sentinel God of India), and those who visit Ganapatipule, make it a point to pay their respects to this deity. Aside from its clean beach and clear waters, Ganapatipule is rich in flora, including mangroves and coconut palms.

Climate
Winter (late October to mid-February) is the most pleasant season, with temperatures dropping at nights. From March, the temperature starts rising but rarely crosses 30 °C. May is the hottest month with temperatures reaching 35 °C. The monsoon lasts from June to October, when rains are usually plentiful and regular.

Demographics
Marathi is the most widely spoken language. Hindi and English are understood and spoken by many.

Tourism
With the development of tourism, a number of resorts and hotels opened in this small town, the most significant of which is the Maharastra Tourism Development Corporation resort near the beach. The Best Western Blue Ocean hotel, 4 km from the heart of the town near Malgund is also near the beach. There are a few smaller hotels in this town,Abhishek Resorts and Tranquility. Aiso if one has to stay at ratnagiri then ther is a resort named RATNAGIRI it is the best resort.

Culture
Many festivals are celebrated along the Konkan Coast. Among the most significant are Gauri Ganapti and Magh Chaturthi (the fourth day of the lunar month of Magh, believed to be the birth date of Lord Ganapati).

Nearby places[edit]
Velneshwar
The beautiful village of Velneshwar, situated north of the Shastri River, has its own peaceful, coconut-fringed beach, where one can relax in tranquility. The village comes alive each year during the Maha Shivaratri fari, when pilgrims in large numbers visit the Old Shiva Temple.

Ratnagiri
About 24  km away from Ganapatipule lies the district headquarters town, Ratnagiri. The region has a long illustrious past and is even mentioned in Indian mythology.

Malgund
Malgund, a small village, 1 km away, is known as the birthplace of famous Marathi poet Keshavasuta, who was born here in 1866. He is regarded as a poet who heralded the dawn of modern Marathi poetry. There is a monument at Malgund dedicated to his work and also a museum where you can find information on most of the modern day poets of Marathi language. The memorial is a real treat for people who are interested in Marathi literature. Malgund also houses Nirmal Nagari of Her Holiness Mrs. Nirmala Shrivastava of Sahaja Yoga fame.

Jaigad Fort
Resting on a cliff, at the entrance of the Sangameshwar river just 35 km from Ganapatipule, is Jaigad Fort. This 17th-century fort offers a commanding view of the sea and an almost unique view of Konkan village life. Take the back road from Ganpatipule via Malgund to Jaigad. This is about 15 km - but is extremely scenic.

Pawas
Besides its scenic natural beauty and serenity. Pawas is well known for the Ashram of Swami Swaroopanand (a spiritual leader who influenced an entire generation of Maharshtrians). A visit to this place is truly a journey through time. Distance from ratnagiri to pawas is approximately 20 km.

Light House
The Panoramic view from the Light House is just breath taking. It was completed in 1932 and is still completely operational and serving on the coast. To see the Light House from inside one needs to visit the same between 4.00pm - 5.30pm. It is around 6–7 km from Jaigad Fort.

Transportation


Sunset at the Ganapatipule beach
The town is easily accessible from the port city of Ratnagiri, which also has a railway station and an airport.

By Road
Ganapatipule is 32 km from Nivali, a small village on Mumbai Goa Road (NH 17). From Nivali, one has to take right turn for Ganapatipule. Nivali to Ratnagiri is around 20 km. Nivali to Hatkhamba is around 4 km. From Hatkhamba one has to take right turn for Ratnagiri, which is 16 km from here. Sangameshwar is about 25 km from Nivali and from Chiplun, it is 45 km. From Ganapatipule one can directly approach Ratnagiri without coming to Nivali and going through Hatkhamba. The direct road is full of turns and little narrow compared to NH-17. But the journey is full of natural beauty and sea view. That distance is around 30 km. Mumbai is 375 km away via Mahad and Pune is 331 km away via Satara. For fast journeys, Ganapatipule is also connected with other cities by state transport buses. Buses are available from major cities like Mumbai, Pune, Sangli, Kolhapur and Solapur to Ratnagiri. From Ratnagiri, private cabs also ply to the town.

By Rail
There is no railway station at Ganapatipule. The nearest Railway stations are at Ratnagiri and Bhoke. All the express and local trains stops at Ratnagiri, being a city. Bhoke is a small village and only passenger trains will stop. Bus services are available from Sangameshwar Railway station. Nearest rail junctions are: Pune Junction (Central Railway), Miraj Junction (Central Railway) and Madgaon Junction (Konkan Railway).

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Origem do nome 

De acordo com a sabedoria popular local, o deus hindu , Ganapati , tendo ofendido por um comentário feito por uma senhora nativa, mudou-se para Pule पुळे ( a poucos quilómetros à frente da cidade ) a partir de sua morada original do gule . Assim, a região foi nomeado Ganpati - pule .

Imagem 400 anos Ganpati em Ganpatipule se diz ter brotado do solo. Esta deidade enfrenta o Oeste , de modo a guardar as portas ocidentais , ao contrário de divindades em outros templos indianos que enfrentam o leste. O templo está na base de uma colina, e os peregrinos andar ( pradakshina ) a colina como um sinal de respeito .




Geografia e História 


Ganpati templo
Ganapatipule é aproximadamente 375 km. sul de Mumbai, ao longo da costa Konkan . Ganapatipule é uma cidade muito pequena , com cerca de 100 casas, tendo uma das praias mais espectaculares ao longo da costa Konkan - um refúgio idílico que atrai procuram a paz -, amantes da praia, e peregrinos iguais. O templo de Swayambhu ( auto-originada ) Ganesh é muito freqüentado por milhares a cada ano. O Deus é considerado o Paschim Dwardevta ( ocidental Sentinela God of India), e aqueles que visitam Ganapatipule , torná-lo um ponto para pagar seus respeitos a esta divindade. Além de suas praias e águas límpidas e limpas , Ganapatipule é rico em flora , incluindo manguezais e coqueiros.

Clima 
Inverno ( final de outubro e meados de Fevereiro) é a estação mais agradável , com temperaturas caindo em noites. A partir de março , a temperatura começa a subir , mas raramente passa de 30 ° C. Maio é o mês mais quente , com temperaturas chegando a 35 ° C. A monção vai de junho a outubro, quando as chuvas são geralmente abundante e regular.

Demografia 
Marathi é a língua mais falada . Hindi e Inglês são compreendido e falado por muitos.

Turismo 
Com o desenvolvimento do turismo, uma série de resorts e hotéis abriu nesta pequena cidade , a mais importante das quais é a Maharastra Tourism Development Corporation resort perto da praia. O hotel Best Western Ocean Blue , a 4 km do centro da cidade perto de Malgund também está perto da praia. Existem alguns pequenos hotéis nesta cidade , Abhishek Resorts e Tranquilidade. Aiso se alguém tem que ficar em Ratnagiri depois que houver um resort chamado Ratnagiri é o melhor resort .

Cultura 
Muitos festivais são celebrados ao longo da costa Konkan . Entre os mais significativos são Gauri Ganapti e Magh Chaturthi (o quarto dia do mês lunar de Magh , que se acredita ser a data de nascimento do Senhor Ganapati ) .

Lugares próximos 
Velneshwar 
A bonita vila de Velneshwar , situada ao norte do rio Shastri , tem sua própria calmo, praia orlada de coco, onde se pode relaxar na tranquilidade. A aldeia ganha vida a cada ano durante o Maha Shivaratri fari , quando os peregrinos em grande número visitar o Templo Antigo Shiva.

Ratnagiri 
Cerca de 24 km de distância de Ganapatipule fica a cidade sede do distrito , Ratnagiri . A região tem um passado ilustre de comprimento e é sequer mencionado na mitologia indiana .

Malgund 
Malgund , uma pequena aldeia , a 1 km , é conhecida como o berço do famoso poeta Marathi Keshavasuta , que nasceu aqui em 1866. Ele é considerado um poeta que anunciava a aurora da poesia moderna Marathi . Há um monumento em Malgund dedicado ao seu trabalho e também um museu onde você pode encontrar informações sobre a maioria dos poetas modernos de língua Marathi . O memorial é um verdadeiro deleite para pessoas que estão interessadas em literatura Marathi . Malgund também abriga Nirmal Nagari de Sua Santidade Sra. Nirmala Shrivastava de Sahaja Yoga fama.

Jaigad Fort 
Descansando em um penhasco , na entrada do rio Sangameshwar a apenas 35 km do Ganapatipule , é Jaigad Fort . Esta fortaleza do século 17 oferece uma vista impressionante do mar e uma visão quase única de Konkan vida da aldeia. Pegue a estrada de volta do Ganpatipule via Malgund para Jaigad . Isso é cerca de 15 km - , mas é extremamente cênica.

Pawas 
Além de sua beleza natural e serenidade. Pawas é bem conhecido para a Ashram de Swami Swaroopanand ( um líder espiritual que influenciou toda uma geração de Maharshtrians ) . A visita a este lugar é uma verdadeira viagem no tempo . Distância de Ratnagiri para Pawas é de aproximadamente 20 km.

Light House 
A vista panorâmica da Casa Luz é apenas tirar o fôlego . Foi concluída em 1932 e ainda está completamente operacional e servindo na costa . Para ver a Casa Luz de dentro é preciso visitar o mesmo entre 16:00-17:30 . Fica a cerca de 6-7 km de Jaigad Fort .

Transportes 


Pôr do sol na praia Ganapatipule
A cidade é facilmente acessível a partir da cidade portuária de Ratnagiri, que também tem uma estação de trem e um aeroporto.

Por Estrada 
Ganapatipule é de 32 km do Nivali , uma pequena aldeia em Mumbai Goa Road ( NH 17). De Nivali , tem de se tomar vire à direita para Ganapatipule . Nivali para Ratnagiri é cerca de 20 km. Nivali para Hatkhamba é cerca de 4 km. De Hatkhamba um tem que tomar vire à direita para Ratnagiri , que fica a 16 km daqui. Sangameshwar é de cerca de 25 km do Nivali e de Chiplun , que é de 45 km. De Ganapatipule um pode se aproximar diretamente Ratnagiri sem chegar a Nivali e passando por Hatkhamba . O caminho direto é cheia de voltas e pouco estreita em comparação com NH- 17. Mas a jornada é cheio de beleza natural e vista para o mar . Essa distância é de cerca de 30 km. Mumbai é de 375 km de distância via Mahad e Pune é 331 km de distância através Satara . Para viagens rápidas, Ganapatipule também está conectado com outras cidades por ônibus de transporte do estado. Os ônibus estão disponíveis em grandes cidades como Mumbai, Pune, Sangão , Kolhapur e Solânea para Ratnagiri .  De Ratnagiri, táxis privados também dobram para a cidade .

Ferrovias [ editar]
Não há estação de trem em Ganapatipule . As estações ferroviárias mais próximas são em Ratnagiri e Bhoke . Todo o expresso e trens locais pára em Ratnagiri , sendo uma cidade . Bhoke é uma pequena aldeia e apenas trens de passageiros vão parar . Os serviços de ônibus estão disponíveis a partir da estação Sangameshwar Railway. Entroncamentos ferroviários mais próximos são: Pune Junction ( Central Railway ) , Miraj Junction ( Central Railway ) e Madgaon Junction ( Konkan Railway ) .

LAGO

Contemplo o lago mudo
que a brisa estremece
Não sei se penso em tudo
ou se o tudo me esquece

O lago nada me diz,
não sinto a brisa mexe-lo
Não sei se sou feliz
nem se desejo se-lo

Tremulos rincos risonhos
na agua adormecida
porque fiz eu dos sonhos
a minha única vida?
Fernando Pessoa
Contemplate the silent lake
the breeze shakes
I do not know if I think of all
or if all forget me

The lake tells me nothing,
not feel the breeze stirs it
I do not know if I'm happy
nor desire it

Trembling smileys rincos
Asleep in water
why did i dream
my single life?
Fernando Pessoa
♥

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Veja a mais clara evidência de um enorme derretimento de geleiras


Há décadas, cientistas do mundo todo procuram analisar com alguma precisão o derretimento de calotas polares causado pelo aquecimento global. Quanto gelo derreteu? Em que ritmo isso vem ocorrendo? Onde, exatamente, o fenômeno é mais grave?
Infelizmente, a grande variedade de métodos tornou a conciliação das informações quase impossível. Contudo, apesar das dificuldades, uma equipe de cientistas conseguiu obter dados precisos a partir dessas análises – e os resultados foram divulgados essa semana.


De acordo com o estudo, os mantos de gelo da Groenlândia e da Antártida estão perdendo massa em um ritmo pelo menos três vezes maior do que acontecia nos anos 1990. Além disso, desde 1992, o derretimento desse gelo contribuiu para uma elevação de 11 milímetros no nível dos oceanos.
“Conforme o clima esquenta, nós perdemos mais massa, e as perdas serão maiores no final do século”, alerta Ian Joughin, um dos autores da pesquisa. “A partir de qualquer registro de 20 anos, e deste em especial, não podemos extrapolar. Mas podemos ver que a tendência cresce, e que é algo com que devemos ficar preocupados”.
Os dados do estudo são consideravelmente mais precisos do que os do relatório climático do IPCC (sigla em inglês para “Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas”) de 2007, que rendeu o Prêmio Nobel da Paz aos autores. Para chegar a essas informações, 47 cientistas de 26 instituições analisaram dados coletados durante 50 anos por 10 satélites diferentes.
Precisão necessária

Estudos anteriores feitos sobre o derretimento dos mantos de gelo da Antártida e da Groenlândia tiveram resultados muito variados, o que dificultava a elaboração de modelos climáticos precisos.
Para obter informações concretas, a equipe correlacionou dados obtidos a partir dos mesmos locais e nas mesmas épocas, além de descartar resultados que não pudessem ser checados por comparação. Além disso, os pesquisadores usaram física nuclear para examinar alterações em rochas da Antártida, vendo quanto tempo  elas passaram expostas ao sol ou sob o gelo. Satélites foram indispensáveis para a coleta de dados, e o estudo reforçou a importância dessa tecnologia.
Ainda assim, muitas variáveis permanecem pouco compreendidas, como a física das geleiras, ondas e circulação marinha, por exemplo. Cientistas do clima querem mais (e melhores) dados sobre o derretimento de geleiras para aprimorar seus modelos.
“Economistas podem dizer que o mercado de ações deverá estar em alta em 2100, mas não podem fazer previsões precisas, e também não podem simplesmente pegar um período de 20 anos, extrapolar e pensar que terão a resposta certa”, compara Joughin. Seja como for, as evidências que temos sobre o aumento do nível dos oceanos estão mais sólidas do que nunca.[PopSci]




Autor: Guilherme de Souza
É jornalista empenhado e ilustrador em treinamento.
http://hypescience.com/a-mais-clara-evidencia-do-derretimento-de-geleiras/