“Se algo matar mais de 10 milhões de pessoas nas próximas décadas, é mais provável que seja um vírus altamente contagioso e não uma guerra. Não mísseis, mas micro-organismos. Um dos motivos para isso é que temos investido grandes quantias em estratégias nucleares, mas investimos muito pouco em um sistema que detenha uma epidemia. Não estamos prontos para a próxima epidemia. Vejamos o Ebola […] Se analisarmos o que aconteceu, o problema não foi que havia um sistema que não funcionou bem o suficiente. O problema foi que nós não tínhamos sistema nenhum”, afirmou Gates, detalhando as falhas ocorridas no surto de 2014.
Eu sou Rose, vegetariana, Ciberativista do Greenpeace Brasil, solidária, ambientalista, amo a Deus, as pessoas, os animais, a natureza, sofri um acidente de carro aos 19 anos, mas sigo em frente, amando a vida e todo bem que Deus tem feito." ....porque a alegria do Senhor é a nossa força. Neemias 8:10" Use a internet para o bem, por um Mundo melhor "Realmente".Rose.
A ALEGRIA INVADIU MINHA ALMA
Big Meu Lindo.
quarta-feira, 18 de março de 2020
Bill Gates: A próxima epidemia? Não estamos preparados
terça-feira, 17 de março de 2020
segunda-feira, 16 de março de 2020
domingo, 15 de março de 2020
CORONAVÍRUS, IDOSOS TEM MAIOR RISCO
#CORONAVÍRUS
Pessoas a partir de 60 anos e doentes crônicos, como diabéticos e aqueles com doenças cardiovasculares, são os mais vulneráveis da população ao #coronavírus (Covid-19). Por isso, devem buscar isolamento para evitar o contágio pela doença.
sexta-feira, 13 de março de 2020
Vai faltar leito: o coronavírus é real - GreenMe.com.br
Vai faltar leito: o coronavírus é real - GreenMe.com.br: Não se sabe, ainda, como o vírus se comportará em terra brasileira, mas o certo é que o número de casos vem aumentando de forma exponencial.
DE ONDE VEM OS NOMES DOS OCEANOS
De onde vêm os nomes dos oceanos?
O do Oceano Atlântico tem origem mitológica; o do Pacífico, histórica; e os dos três restantes (Índico, Glacial Ártico e Glacial Antártico), geográfica. Atlântico vem de Atlas, filho de Netuno - que era, na mitologia grega, deus dos mares e pai das Atlânticas, como eram chamadas as Plêiades, aglomerado de sete estrelas na constelação de Touro. Já o batismo do Pacífico remonta a 1520, ano em que Fernão de Magalhães percorreu o litoral sul-americano a oeste da Cordilheira dos Andes e ficou impressionado com a tranqüilidade de suas águas. O Índico, por sua vez, recebe o nome das costas que banha: Índia e Indonésia. Já o Ártico - situado no Pólo Norte, sob a constelação da Ursa Menor - deve sua identidade à palavra grega arctos, que significa urso. Por simples oposição geográfica, denomina-se Antártico o oceano próximo ao Pólo Sul.
O do Oceano Atlântico tem origem mitológica; o do Pacífico, histórica; e os dos três restantes (Índico, Glacial Ártico e Glacial Antártico), geográfica. Atlântico vem de Atlas, filho de Netuno - que era, na mitologia grega, deus dos mares e pai das Atlânticas, como eram chamadas as Plêiades, aglomerado de sete estrelas na constelação de Touro. Já o batismo do Pacífico remonta a 1520, ano em que Fernão de Magalhães percorreu o litoral sul-americano a oeste da Cordilheira dos Andes e ficou impressionado com a tranqüilidade de suas águas. O Índico, por sua vez, recebe o nome das costas que banha: Índia e Indonésia. Já o Ártico - situado no Pólo Norte, sob a constelação da Ursa Menor - deve sua identidade à palavra grega arctos, que significa urso. Por simples oposição geográfica, denomina-se Antártico o oceano próximo ao Pólo Sul.
quinta-feira, 12 de março de 2020
AVES URBANAS
Metrópole das aves, Rio tem centenas de espécies e abriga nas ruas joias de suas florestas
Canários, tucanos e saíras aprenderam a conviver com a selva de asfalto e concreto
RIO - No andar de cima, há sabiá, tucano, sanhaço, saíra, bem-te-vi, neinei, suiriri, periquito e gavião. No de baixo, ônibus, caminhão, camelô, buraco e multidão. Tudo na mesma rua. No caso, a São Clemente, em Botafogo. Mas poderia ser em qualquer outra via arborizada da cidade — acima do asfalto, existe outro mundo na copa das árvores. No que diz respeito a aves, o Rio de Janeiro continua a ser um encanto. Uma variedade de cores, formas e cantos ao alcance da janela. Espécies em extinção estão de volta, assim como alguns dos pássaros mais coloridos do planeta.
— O Rio é a metrópole das aves. Único no mundo. O mar e, principalmente, a floresta proporcionam incrível diversidade de espécies. Os pássaros aprenderam a viver na cidade. Usam as árvores das ruas como prolongamentos das matas dos maciços da Tijuca e da Pedra Branca — explica o professor do Departamento de Biologia da PUC-Rio Henrique Rajão, que, uma vez por mês, lidera um concorrido passeio de observação de aves no Jardim Botânico do Rio.
Canários, tucanos e saíras aprenderam a conviver com a selva de asfalto e concreto
RIO - No andar de cima, há sabiá, tucano, sanhaço, saíra, bem-te-vi, neinei, suiriri, periquito e gavião. No de baixo, ônibus, caminhão, camelô, buraco e multidão. Tudo na mesma rua. No caso, a São Clemente, em Botafogo. Mas poderia ser em qualquer outra via arborizada da cidade — acima do asfalto, existe outro mundo na copa das árvores. No que diz respeito a aves, o Rio de Janeiro continua a ser um encanto. Uma variedade de cores, formas e cantos ao alcance da janela. Espécies em extinção estão de volta, assim como alguns dos pássaros mais coloridos do planeta.
— O Rio é a metrópole das aves. Único no mundo. O mar e, principalmente, a floresta proporcionam incrível diversidade de espécies. Os pássaros aprenderam a viver na cidade. Usam as árvores das ruas como prolongamentos das matas dos maciços da Tijuca e da Pedra Branca — explica o professor do Departamento de Biologia da PUC-Rio Henrique Rajão, que, uma vez por mês, lidera um concorrido passeio de observação de aves no Jardim Botânico do Rio.
segunda-feira, 9 de março de 2020
HAPPY HOLI
May God gift you all the colors of life, colors of joy, colors of happiness, colors of friendship, colors of love and all other colors you want to paint in your life. Happy Holi. #HappyHoli

sábado, 7 de março de 2020
sexta-feira, 6 de março de 2020
Lã 100% vegetal, cruelty-free e ecológica, feita com esta erva daninha 100% vegetable wool, cruelty-free and ecological, made with this weed
Lã 100% vegetal, cruelty-free e ecológica, feita com esta erva daninha
Muitas pessoas desconhecem a crueldade por trás da indústria da lã de origem animal, ainda que existam muitas pesquisas, conteúdos e vídeos que comprovem essa crueldade.
Por enxergarem essa realidade, empresas inovadoras de olho na green-economy, estão ganhando mercado, desenvolvendo produtos de baixo impacto ambiental e com zero sofrimento animal.
É o caso dessa lã de origem 100% vegetal!
Para confeccionar esse tipo de tecido que imita a lã, foram utilizadas plantas que já são empregadas pela indústria têxtil como o algodão, o linho e o cânhamo. Porém, com a adição de plantas do gênero Calotropis, foi possível obter um fio semelhante à lã animal.
Essas plantas se desenvolvem de forma espontânea (como as ervas daninhas) e se alastram na restinga de regiões áridas no sul da Ásia e do norte da África. Por isso, não necessitam de cuidados especiais para crescer pois, de fato, são bem resistentes e rústicas, com necessidades mínimas de cultivo como por exemplo, pouca água.
Todas essas características tornam esse gênero vegetal adequado para a produção de fios têxteis, além do fato de que as fibras dessas plantas são ocas internamente, uma estrutura muito semelhante à das fibras da lã de alpaca. E foi exatamente por estas características que a empresa indiana Faborg decidiu criar um novo fio de lã vegano, denominado pela mesma de Vegan Wool. Trata-se de uma alternativa à lã animal para a confecção de blusas de frio, roupas esportivas e produtos têxteis para o lar, como cortinas e estofados com propriedades isolantes acústicas, já que tem a capacidade de abafar sons.
Além de ser livre de crueldade, essa “lã” vegana também é super ecológica e sustentável, pois a produção de um quilo de fio economiza, por exemplo, 9.000 litros de água em comparação ao algodão.
Outra vantagem é que o cultivo de Calotropis melhora as condições do solo, e a extração de suas fibras permite obter produtos secundários que podem ser usados para criar repelentes de insetos e fertilizantes naturais.
Os dois tipos de fibras são trabalhados de forma artesanal, ou seja, à mão, e o fio é colorido com corantes vegetais através de processos que não produzem substâncias poluentes, obtendo tecidos com propriedades termorreguladoras e antimicrobianas, capazes de permitir que a pele respire e, ao mesmo tempo, fique protegida da ação de bactérias.
Muitas pessoas desconhecem a crueldade por trás da indústria da lã de origem animal, ainda que existam muitas pesquisas, conteúdos e vídeos que comprovem essa crueldade.
Por enxergarem essa realidade, empresas inovadoras de olho na green-economy, estão ganhando mercado, desenvolvendo produtos de baixo impacto ambiental e com zero sofrimento animal.
É o caso dessa lã de origem 100% vegetal!
Para confeccionar esse tipo de tecido que imita a lã, foram utilizadas plantas que já são empregadas pela indústria têxtil como o algodão, o linho e o cânhamo. Porém, com a adição de plantas do gênero Calotropis, foi possível obter um fio semelhante à lã animal.
Essas plantas se desenvolvem de forma espontânea (como as ervas daninhas) e se alastram na restinga de regiões áridas no sul da Ásia e do norte da África. Por isso, não necessitam de cuidados especiais para crescer pois, de fato, são bem resistentes e rústicas, com necessidades mínimas de cultivo como por exemplo, pouca água.
Todas essas características tornam esse gênero vegetal adequado para a produção de fios têxteis, além do fato de que as fibras dessas plantas são ocas internamente, uma estrutura muito semelhante à das fibras da lã de alpaca. E foi exatamente por estas características que a empresa indiana Faborg decidiu criar um novo fio de lã vegano, denominado pela mesma de Vegan Wool. Trata-se de uma alternativa à lã animal para a confecção de blusas de frio, roupas esportivas e produtos têxteis para o lar, como cortinas e estofados com propriedades isolantes acústicas, já que tem a capacidade de abafar sons.
Além de ser livre de crueldade, essa “lã” vegana também é super ecológica e sustentável, pois a produção de um quilo de fio economiza, por exemplo, 9.000 litros de água em comparação ao algodão.
Outra vantagem é que o cultivo de Calotropis melhora as condições do solo, e a extração de suas fibras permite obter produtos secundários que podem ser usados para criar repelentes de insetos e fertilizantes naturais.
Os dois tipos de fibras são trabalhados de forma artesanal, ou seja, à mão, e o fio é colorido com corantes vegetais através de processos que não produzem substâncias poluentes, obtendo tecidos com propriedades termorreguladoras e antimicrobianas, capazes de permitir que a pele respire e, ao mesmo tempo, fique protegida da ação de bactérias.
PARA A MINHA MÃE ZULEICA
DIA 6 ANIVERSÁRIO DA MINHA MÃE ZULEICA, ABENÇOADA SEJA ESTA DATA.
A sua luz ainda se faz presente em minha vida, o seu amor, as suas risadas, o som da sua voz, o jeito especial com que cuidava de mim e de tudo… São tantas lembranças que me fazem sorrir e, ao mesmo tempo, chorar pelo tamanho da falta que você me faz.
Onde quer que você esteja, minha mãe, eu quero que ouça e sinta tudo o que sai de mim: você foi uma mãe fantástica, você foi e ainda é um anjo para mim. Embora eu tenha te perdido junto com toda proteção e segurança que me fazia sentir, eu ainda sinto a sua força a me impulsionar a seguir em frente e ser forte diante dos desafios da vida.
Eu espero que um dia possamos nos encontrar, nos abraçar, que eu possa me aninhar em teu colo novamente e conversar contigo com o coração grato por te ter por perto. Você jamais será esquecida, você sempre fará parte da minha vida e sempre será o meu amor. Eu te amo, mãe, infinitamente, enquanto eu existir.🙏💚🌷😇😥
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